"QUANDO O MUNDO SE TORNAR CONFUSO, ME CONCENTRAREI EM FOTOGRAFIAS, QUANDO AS IMAGENS SE TORNAREM INADEQUADAS, ME CONTENTAREI COM O SILÊNCIO." [Ansel Adams / 1902-1984]

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11 janeiro 2012

MICROFLOR MURAL

[0,5 cm e nascendo neste muro de pedra esta florzita]

08 janeiro 2012

BON JOVI, John - Fotógrafo?

FOTO: SplashNews
Na semana de Natal de 2011, John Bon Jovi foi clicado em St. Barths, ilha caribenha frequentada por celebridades mundiais.
Munido de câmera profissional CANON, fotografava a paisagem local.
Começou há pouco este curtir, durante a tour européia de verão, estando aprendendo a fotografar e dominar esta "câmerazinha" com o fotógrafo deste tour DAVID BERGMAN.
Bem equipadinho para este iniciar de aprendizado, né? Mas coitado deve estar pagando sofridas 24 prestações deste equipamento. he,he,he,he,he,he....

FOTO: Matt Bongiovi (em Viena)

07 janeiro 2012

HORMÔNIO DO AMOR estimula altruísmo em macacos

Foto: National Geographic
Por que um macaco abriria mão de tomar seu suco para que outro o fizesse? Uma pesquisa conduzida na Universidade Duke, nos Estados Unidos, revelou a responsável pelo comportamento generoso das cobaias: a ocitocina ou oxitocina, conhecida como “hormônio do amor”.

Os macacos usados no estudo foram treinados para identificar símbolos em uma tela que representavam ganhar um jatinho de suco, entregá-lo a outro macaco ou escolher que nenhum dos dois recebesse a bebida. Para os testes, dois macacos lado a lado tiveram que escolher apenas duas das seguintes opções por vez: receber o suco versus não receber; receber versus dar ao outro macaco; e dar ao outro macaco versus não receber.

Comparados às cobaias que não foram expostas à ocitocina, os animais que inalaram o hormônio escolheram mais vezes a terceira opção, de dar o suco ao outro macaco e não receber, por volta de meia-hora após a inalação. Eles prestaram mais atenção no outro indivíduo e fixaram o olhar nele no momento em que escolhiam presenteá-lo. Curiosamente, nos primeiros 30 minutos de exposição ao hormônio, a maioria dos macacos escolheu o benefício próprio.

A ocitocina, indutora do parto e da lactação nas mulheres, também facilita a resposta sócio-sexual nos seres humanos. Produzida principalmente no cérebro, é liberada durante interações sociais, estimulação de órgãos sexuais e também durante o orgasmo.

Atualmente o hormônio vem sendo estudado para curar autismo, esquizofrenia e outras doenças psiquiátricas relativas à ausência de interesse e empatia pelo próximo. Apesar do uso da ocitocina indicar melhoria na capacidade de confiança e nas habilidades sociais dos pacientes, não há comprovação da consistência dos efeitos da terapia em longo prazo.


Fonte: Marcela Puccia Braz
NATIONAL GEOGRAPHIC BRASIL ONLINE

CLINT EASTWOOD e o Photoshop

O ator e diretor premiado, um dos maiores nomes vivos de Hollywood, Clint Eastwood, estampa a capa da edição de janeiro de 2012 da revista M, um braço do jornal francês Le Monde.

Para o ensaio de capa, ele recusou o uso do Photoshop com o objetivo de mostrar as rugas dos 81 anos de idade.

Na entrevista, Eastwood fala do novo filme que dirige, “J. Edgar”, com Leonardo Di Caprio como protagonista. O filme conta a história de J. Edgar Hoover, o homem que ajudou a fundar o FBI e teve uma vida pessoal polêmica com suspeitas de ser homossexual num Estados Unidos dos anos 1930.

05 janeiro 2012

Cartões de Memória SD, SDHC, SDXC e SDXC UHS-I


SD: até 2 GB 
SDHC (High Capacity): 4GB a 32 GB

SDXC (Extended Capacity): 32 GB  a 2 TB
SDXC UHS-I (Ultra High Speed) : 128 GB

O nome completo é SECURE DIGITAL CARD, mas pode ser chamado simplesmente de cartão SD. É uma das memórias mais populares do mercado. Como diferencial, tem um rígido sistema de controle de direitos autorais e permite que seja travado, o que impede apagamento do conteúdo. Por estes dois motivos, ganhou o nome "Secure" (seguro).

Um dos motivos de ser o mais popular - ao lado do Memory Stick da Sony - é a adoção em massa por parte das indústrias de tecnologia. Canon, Kodak e Nikon, empresas que desenvolvem máquinas fotográficas, são adeptas do formato. Os cartões SD também podem ser usados em computadores portáteis, palmtops e outros equipamentos.

Uma característica que deveria ser conhecida  pelos usuários destes cartões, além do tipo e capacidade de armazenamento, é a chamada “Speed Class” ou, mais exatamente, a velocidade com que a informação consegue ser gravada no cartão.

Essa informação foi padronizada pela SD Association e costuma vir marcada no próprio cartão, na forma de "um número, dentro de um semicírculo na forma de C".

Atualmente, divide-se nas seguintes classes:

Classe 2 — Desempenho mínimo de 2 MB/s (que é  o mínimo aceito pelo atual padrão SDHC).

Classe 4 — Desempenho mínimo de 4 MB/s.

Classe 6 — Desempenho mínimo de 6 MB/s.

Classe 10 — Desempenho mínimo de 10 MB/s.

Para armazenar e ler arquivos de áudio, imagens, textos, dados de agenda etc., a velocidade de gravação praticamente não interfere nesse tipo de informação.
Porém, se utilizado o cartão SD em câmera para gravar vídeos ou imagens em alta definição, aí se altera a situação. Nesses casos, há uma grande geração que precisa ser rapidamente armazenada nessa mídia.

A SD Association recomenda classes específicas para as seguintes aplicações:

Classe 2 — Gravação de vídeos em H.264, MPEG-4 ou MPEG-2 (comum em câmeras de bolso).

Classe 4 — Gravação de vídeos em HDTV (720p) no formato MEPG-2 (HDTV). Tirar várias fotos em sequência, com uma câmera reflex digital.

Classe 6 — Gravar vídeos com câmeras fotográficas e de vídeo profissionais.

Classe 10 — Gravar vídeos ou fotografar imagens em Full HD. (cartões de memória “SDXC” de 64 GB: SanDisk Ultra SDXC e Kingston SDXC UHS-1 Class). [também já existente o Lexar Professional SDXC de 128 GB].
***A SanDisk, empresa focada no armazenamento de memórias flash, lançou nessa segunda semana de 2012, o modelo Extreme SDXC UHS-I, de 128 Gb. O novo cartão de memória apresenta velocidades de leitura/escritura de até 45 MB/segundo, permitindo aos fotógrafos captar sequências fotográficas em alta resolução e transferi-las rapidamente ao seu computador.
O cartão foi desenvolvido com a tecnologia "Ultra High Speed" (UHS-I), que permite trabalhar em modos RAW e JPEG em alta resolução podendo gravar até 10 horas de vídeos 3D em alta resolução, ou se preferir, descarregar 500 fotos em alta em apenas um minuto!
Assim, os cartões da classe 2 atendem bem as necessidades do dia a dia das pessoas.
No caso de aplicações mais profissionais, oportuno seria investir em uma mídia de classe mais elevada, mesmo que seja bem mais cara que os modelos de entrada. Os SDXC cards, caríssimos ainda.

01 janeiro 2012

FELICIDADE, "uma busca obsessiva e ilusória"?

O que é a felicidade? Uma pergunta abrangente, de respostas relativas e inúmeras interpretações possíveis. O homem lançou para si esta questão ao longo dos séculos, almejando sempre uma forma de alcançar este estado de graça e absoluto contentamento. Mas como esta procura se moldou de acordo com os momentos vividos pela humanidade?

Em sua obra “A IDADE DE OURO – HISTÓRIA DA BUSCA DA FELICIDADE” (Editora Unesp, 472 páginas), o historiador GEORGES MINOIS apresenta um estudo sem precedentes, investiga, pelo viés da História, partindo desde a Antiguidade até o século XXI, a obstinada busca do ser humano pela felicidade.

Em reportagem de Larissa Roso (DONNA/ZH - 01/01/2012), Minois assim se manifesta:
Ø    Quais são os grandes ideais de felicidade hoje e o que eles revelam sobre os valores do mundo ocidental?
– Devido ao triunfo global do capitalismo liberal e ao colapso das ideologias, tudo gira em torno da noção de aproveitar ao máximo o “aqui e agora”: um bom poder de comprar em uma sociedade livre, com o mínimo possível de restrições, evitando-se qualquer reflexão sobre o sentido da vida. O que as pessoas mais desejam é conforto material e diversão. Acima de tudo, sem reflexão, porque refletir é depressivo. Todos os governos do mundo, e também o setor privado da economia, encorajam isso, guiando o mundo na direção de uma regressão cultural vergonhosa: compre, divirta-se e seja feliz. Mas, acima de tudo, não pense.

Ø    Nos acostumamos com lugares, posses, pessoas, situações. Quando isso acontece, perdemos a empolgação da novidade. Isso transforma a busca pela felicidade em uma corrida infindável?
– Sem dúvida. Isso explica por que Sócrates, de acordo com Platão, acreditava que nós jamais alcançaríamos a felicidade. A felicidade, de acordo com ele, é o que sentimos ao satisfazer nossos desejos, o que significa que ambos, desejo e satisfação, devem coexistir. Um desejo sem satisfação é doloroso, mas a satisfação mata o desejo, colocando fim à felicidade. A busca pela felicidade é a busca eterna por uma ilusão.

Ø    O que o faz feliz?
– Não acredito na felicidade. Desisti de procurá-la. E provavelmente esse seja o motivo pelo qual eu não sinta a sua falta. Não sofremos por não possuir um conhecimento universal porque sabemos que não é possível alcançá-lo. O mesmo acontece com a felicidade. Tento ser realista e lúcido, o que significa que sou pessimista, mas valorizo, acima de tudo, a busca da verdade, não da felicidade. Pessimismo é realismo, e provavelmente o melhor modo de se contentar: o pessimista nunca se desaponta porque sempre espera o pior. Diria que sou um pessimista feliz.

30 dezembro 2011

ANO NOVO - e não vai acabar tudo não!

CIDADES CAMPEÃS DE LIMPEZA E DE SUJEIRA

A geração de resíduos é inerente às atividades humanas desde os primórdios da história, quando esta produção se constituía basicamente em material orgânico facilmente degradado e passíveis de serem reabsorvidos pela natureza. Com a Revolução Industrial e a expansão do consumo, os resíduos se modificaram em quantidade e composição, tornando-se um dos grandes problemas socioambientais da atualidade.

BORAS, na Suécia, com 105.000 habitantes e 1.500 indústrias não tem nem 1 grama de lixo.
Seus resíduos têm três destinos:
42% incinerados e convertidos em energia elétrica
30% tratados biologicamente e transformados em biocombustível.
27% reciclados.
*Menos de 1% do lixo é enterrado.
*** Este modelo/experiência deu tão certo que hoje “falta lixo”, importam detritos da Noruega para gerar mais energia limpa.

NÁPOLES, na Itália, 1 milhão de habitantes, é a "campeã da sujeira" – com 2.000 toneladas de lixo acumulado nas calçadas. Com os problemas econômicos enfrentados pelo país, sem perspectiva de solução deste enorme problema a médio prazo.

Fonte: Revista Veja (Ed. especial – Sustentabilidade/Dez. 2011)

CANON e gatinhas

[Foto da Internet, desconheço a autoria da mesma]

25 dezembro 2011

PROBIÓTICOS: "bactérias benéficas"


O termo “probiótico”, de origem grega, significa “para a vida/pró-vida” e tem sido empregado das mais diversas maneiras ao longo dos últimos anos.

A Organização Mundial de Saúde (WHO), juntamente com a FAO (Food and Agriculture Organization), definiu em 2001 que probióticos são microrganismos vivos que, quando consumidos em quantidades adequadas, conferem efeitos benéficos ao hospedeiro. Os pré-requisitos para poder considerar um microrganismo probiótico são ter segurança no consumo, pertencer à microbiota natural do hospedeiro, ser resistente aos sucos digestivos e chegar vivos aos intestinos, ter a capacidade de se desenvolver nos intestinos, ter os seus efeitos benéficos comprovados cientificamente e estar presente na forma viável no produto em quantidade razoável.

Agora a “onda farmacêutica-alimentícia” é ingerir estes produtos que estimulam a imunidade intestinal e ajudam a proteger o corpo contra a agressão de agentes externos.

Normalmente, o intestino delgado e o grosso são habitat de cerca de 10 trilhões de bactérias, de diversos tipos – imprescindíveis para o bom funcionamento do organismo.

Os probióticos compreendem 20 bactérias diferentes, sendo que 6 destas encontram-se atualmente nos produtos disponíveis. Cada dose contém, em média, 1 bilhão de bactérias. Os probióticos mais conhecidos atualmente são os Lactobacillus e as Bifidobacterium.

São consumidos “vivos”, sob a forma de alimentos (iogurte e leite fermentado), cápsulas ou sachês.

***Os caucasianos há centenas de anos já gozam deste benefício dos probióticos, via consumo de grande quantidade de leite azedo (leite fresco armazenado em sacos feitos de pele de animais) – o que lhes propicia vida longa e saudável.

22 dezembro 2011

BARDO THÖDOL - O Livro Tibetano dos Mortos

O BARDO THÖDOL é uma obra que fala da concepção budista-tibetana sobre o post mortem. Ninguém sabe ao certo há quantos séculos o livro foi escrito. Não existem registros de sua origem, por tratar-se de uma tradição secreta e oral, passada de boca a ouvido ao longo do tempo. No entanto, acredita-se que o texto remonte a VIII d.C. Pela tradição tibetana, é um texto sagrado, escrito pelo monge Padma Sambhava, e encontrado 600 anos mais tarde por Karma Lingpa.

O Livro Tibetano dos Mortos foi trazido ao ocidente pelo Dr. W. Y. Evans-Wentz, que escreveu um livro no início do século XX (1927) traduzindo-o e explicando-o. JUNG, Carl Gustav  escreveu  prefácio de uma das edições do livro analisando seu conteúdo do ponto de vista psicológico. HUXLEY,        Aldous e LEARY, Timothy – também estudiosos e propagadores desta obra. KARDEC e os TEOSOFISTAS, também aí consultaram e compilaram/adaptaram alguns dados a suas codificações.

Também chamado de O Livro dos Mortos Tibetano, a expressão "Bardo Thödol" é mais apropriadamente traduzida como "A Libertação Pelo Entendimento na Vida após a Morte".

"Bardo" é uma palavra composta: BAR significa "Entre" ― DO, significa "Dois".

Lama Samdup (1868-1923), que traduziu o texto para o inglês, definiu "Bardo" como "estado incerto", referindo-se à situação intermediária da Mônada ou espírito humano entre a vida biológica, orgânica, que chegou ao fim e o período que transcorre até o próximo renascimento. Os tibetanos e budistas são, portanto, reencarnacionistas, ou seja, acreditam na reencarnação.

A "Libertação" mencionada no Bardo Thödol relaciona-se ao fim do ciclo de reencarnações produzidas pelo carma, pelos sentimentos de culpa, pelo apego à vida. É a libertação da "roda samsárica" que obriga o espírito a renascer em uma das seis categorias de mundos inferiores.

De certa forma, o Bardo Thödol é o conhecimento que permite ao espírito transcender a lei do carma, pelo entendimento do fenômeno da vida em sua TOTALIDADE CONTÍNUA. Um entendimento que permite superar a forte cadeia que prende o ser humano [em todas as suas manifestações] a uma existência de sofrimento: a cadeia formada pelo binômio DESEJO-CULPA.

Diz a sabedoria popular que "a única certeza da vida é a morte". Com efeito, todo ser humano, às vezes na mais tenra idade, fica sabendo que, inevitavelmente, em um momento qualquer do futuro "a hora chega", a morte virá. Tal como existem várias formas de viver, também existem várias formas de morrer.

A morte "natural", consequência de doenças que provocam a falência funcional do corpo físico e as mortes "provocadas", por assassinato, suicídio ou acidentes. Em qualquer desses casos morrer pode ser um acontecimento súbito (rápido, de um instante para outro) ou lento. A morte lenta envolve a experiência da agonia, processo gradual durante o qual o princípio vital vai, aos poucos, abandonando o organismo.
        
O conhecimento do Bardo Thödol é aplicável a qualquer caso, porém, no caso de morte lenta, cuja agonia pode durar horas ou dias, o livro fornece instruções que permitem ao moribundo e/ou aos circundantes reconhecer os sintomas de que se aproxima o momento do último suspiro.

São estas, em geral, “as três primeiras evidências da chegada da morte”:

1ª) Sensação física de descompressão ("a terra se desfazendo em água");

2ª) Sensação de frio, com a impressão de que o corpo está imerso em água, a qual se transforma gradualmente num calor febril ("a água se desfazendo em ar");

3ª) Sensação de explosão dos átomos do corpo ("o fogo se desfazendo em ar").

Cada sintoma corresponde à determinada alteração do corpo, exterior e visível: ausência de controle dos músculos do rosto; perda de audição; perda da visão; respiração espasmódica, antes da perda final da consciência. [SAMDUP, 2003 - p 65]

20 novembro 2011

SIGMA SD1 WOOD EDITION - uma câmerazinha revestida de madeira



A câmera DSLR da SIGMA, a SD1, lançada há pouco, com 46,2 MP, acaba de ganhar nova versão: a SD1 Wood Edition  - revestida com madeira .
A edição da SD1 é limitada (apenas 10) e a princípio, esta versão só será comercializada na Alemanha.
O pacote vem com a câmera e o revestimento de madeira, que é removível.
A cobertura fica apenas na parte "inferior" da máquina. A madeira é a “Amboyna Burl”, uma das espécies de maior valor do mercado, utilizada, muitas vezes, em móveis caros ou em interior de veículos.

PRECINHO (de bagatela): 9.999 euros (uns 24.000 reais +-). [só mesmo para fotomaníacos bem/muito abonados]

A Sigma SD1, primeira versão, tem corpo construído em magnésio, sensor Foveon APS-C de 46 megapixels, 11 sensores de foco, encaixe de lentes compatível com a Nikon e resolução de imagens de 4800 x 3200 pixels.

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