"QUANDO O MUNDO SE TORNAR CONFUSO, ME CONCENTRAREI EM FOTOGRAFIAS, QUANDO AS IMAGENS SE TORNAREM INADEQUADAS, ME CONTENTAREI COM O SILÊNCIO." [Ansel Adams / 1902-1984]

Direitos Autorais:

Fotos-textos do autor aqui postados regulamentados pela Lei 9.610/98 (dos Direitos Autorais) e sujeitos à punibilidade pelo violar da mesma, conforme o art. 184 do Código Penal brasileiro.

P.S.: Fotos de outrem aqui inseridas e porventura sem créditos referidos, capturadas da Internet ou outro veículo de mídia, "sem este referir específico".

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18 agosto 2011

MEU PRIMEIRO MAC

Até que enfim, após muito ralar, consegui adquirir meu 1º MAC – Macbook Pro, com 17 pol. de telinha widescreen antirreflexiva, processador Intel Core i7 quad core de 2,3 GHz, 8 GB de memória RAM e HD de 750 GB  . E, claro, com o ótimo sistema operacional OS X Lion.

Ele é realmente UM LUXO!!! Veja aí, até por fora é belíssimo [foto tirada quando o desempacotava]

Espero que tenha longa vida, porque é bem carinho. Não dá assim para se trocar anualmente.

Agora aqui digitando nele e, sim, é bem ágil!!! Só este teclado em inglês me atrapalha um pouco a vida – “faltam certas cositas teclantes” usadas em nosso Portuga.

12 julho 2011

COMO REPARAR COMPUTADOR com sistema operacional Windows, Apple ou Linux


Fonte: LuisaoCS (NegócioDigital)
http://www.ndig.com.br/item/2011/04/como-reparar-qualquer-computador

05 junho 2011

MÁQUINA DE ESCREVER COMPUTANTE



O designer americano JACK ZYLKIN criou este kit de conversão USB que permite ligar uma velha máquina de escrever no computador.
Pode ser ligado em laptops, monitores ou iPad através de uma placa de sensores.
O inventor vende este kit completo (incluindo as máquinas) por preços entre 699 a 899 dólares no site Etsy.com
A partir de 74 dólares pode-se comprar um kit “faça você mesmo”, de fácil instalação, segundo declaração no site usbtypewriter.com
“Sem nenhum fio bagunçado, e sem mudar a aparência exterior da máquina de escrever (exceto para o adaptador USB em si, que é montado na parte traseira da máquina), prossegue o comunicado”.
Lançado em julho de 2010, desde então se tornou um sucesso entre os aficionados do “estilo retrô”.
E ainda tem mais! Se quiser usar papel na máquina, ela funciona normalmente.

Fontes:
http://acleite.wordpress.com  (Blog do acleite)

04 junho 2011

VISTA CANSADA AO USAR MONITOR DO COMPUTA? USE O “F.LUX”

Ultimamente, em função de meu TCC, tenho ficado muito tempo colado aqui nesta telita/monitor acoplada ao notebook. Ao fim de algum tempo, especialmente à noite, a vista começa a acusar cansaço extremo. Este meu novo monitor LG de 23 pol., apresenta uma luminosidade enorme (excessiva). Ótima para filmes-vídeoclips-imagens, mas não aqui para digitar/pesquisar, mesmo ajustando-se o brilho e contraste. Daí fui buscar uma solução prática para isto, e encontrei um software interessante, e gratuito – o “f.lux”!
Os monitores não conseguem discernir em quais momentos do dia há mais luminosidade ou não, por isso, emitem sempre a mesma quantidade de luz. Com o f.lux pode-se acabar com este problema e ajustar a tela do computador para acompanhar a luminosidade natural.

Como durante o dia a luminosidade natural é maior e a luz não incide de dentro para fora, os monitores precisam ser mais claros, para que possamos enxergar as coisas mais facilmente. No entanto, durante a noite a utilização de lâmpadas fluorescentes ou incandescentes ajuda a iluminar mais o monitor, desta forma ele pode emitir menos luz.

O f.lux realiza justamente esta ação, ou seja, aumenta a emissão de luz durante o dia e diminui durante a noite. Para isso, ele se integra ao “Google Maps” e usa as suas coordenadas para saber com precisão a hora que o Sol nasce e se põe.

Configurar o f.lux é muito simples. Para começar, baixe o aplicativo, instale e abra-o clicando no ícone correspondente na barra do relógio. Clique em “Change Settings” e quando a janela “Where am I?” abrir, vá até “Locate”. Ao clicar, uma janela no navegador será aberta no serviço Google Maps.
No campo “Where are you now?” escreva o nome da sua cidade, mas caso ela não seja encontrada, tente especificar mais a busca inserindo o nome do estado. Depois de encontrar sua cidade, copie o código correspondente à latitude e longitude e volte à janela “Where am I?”. Cole os códigos no campo e clique em OK.
Automaticamente a localização do Sol é alterada e corresponde com a do lugar em que você se encontra. À medida que for escurecendo, você vai perceber que o monitor começa a ficar com o tom semelhante a uma fotografia em sépia, pois a luminosidade interna está maior sobre a tela, sendo assim, ela pode diminuir a sua emissão.
As configurações do aplicativo são simples e, pelo fato dele regular sozinho o grau de luminosidade com a ajuda do Google Maps, faz com que se torne uma ferramenta anônima no computador.

Obs.: a salientar-se que a luz em tom sépia pode causar certa sensação de sono e peso nas pálpebras. Alguns não conseguem bem se adaptar a esta alteração. Eu, aqui ainda em teste deste esquema. De dia constatei que funciona bem/adequadamente. Já à noite fica difícil de encarar o ajuste propiciado – muito escurão.
*** Ao usar Photoshop, desative este software, para obter cores reais.

[versões para Windows XP-Vista-Seven, Mac e Linux]
FONTES: Baixaki e Olhar Digital 

20 maio 2011

Hany Farid software X Photoshop manipulações


O cientista da computação HANY FARID, do Dartmouth College, está desenvolvendo um software forense digital, que pode imediatamente dizer se uma imagem foi manipulada, e que marca e modelo da câmera a capturou. É "exatamente como balística de armas", afirma Farid, de 44 anos.
Assim como um tambor do rifle imprime um padrão único de sulcos em balas, câmeras digitais têm variações de assinaturas eletrônicas, resolução e compressão de imagem nas imagens que elas produzem. Farid e seus alunos receberam a permissão de compartilhamento de fotos do site Flickr para baixar milhares de imagens e criar um banco de dados de assinatura de cada um dos mais de 10.000 modelos de câmeras digitais já feitos. Para verificar a imagem, o sistema de Farid checa com o banco de dados para identificar o equipamento utilizado. Em seguida, ele olha para todas as variações na assinatura, o que indicaria falsidade. Se o sistema encontrar traços de Adobe Photoshop (ADBE), que também deixa uma assinatura (e é o programa de manipulação de imagem mais comum), isso é um sinal claro de alteração da imagem.

O programa pode ser útil para as agências de aplicação da lei que precisam fotografias inalteradas para a evidência da corte, diz Stephen A. Saltzburg, professor de direito da Universidade George Washington. Jornais poderiam também usá-lo, para determinar a autenticidade das fotos free-lance. Pessoas vão inevitavelmente tentar enganar o programa, "mas nós estamos trabalhando para tornar isto muito difícil", diz Farid.

Uma das limitações da tecnologia de Farid é que mostra apenas que uma imagem foi adulterada. Descobrir o que foi alterado, e como, requer outras técnicas. Farid usa o software de modelagem 3D que determina se todas as sombras em uma fotografia vêm de fontes de luz coerentes. Se as sombras caem em ângulos impossíveis, o registrado é provavelmente uma combinação de várias imagens.
Em um artigo de 2009, ele aplicou essa técnica para uma imagem de Lee Harvey Oswald que se pensava ser falsa. Farid confirmou que a foto era real, ultrajando os teóricos da conspiração de assassinato de Kennedy. 
Por Oliver Staley
Bloomberg Businessweek

**** Mas aqui “pensando juridicamente”, expressivo número de fotos “verdadeiras” passa hoje por processos de Photoshop (e outros softwares): para correção de tons, brilho, contraste, etc. Não serviria então como prova/evidência “de fato” de fraude, adulteração ou manipulação.

09 maio 2011

PREZI Apresentações



Você já pensou em tornar suas apresentações mais dinâmicas? Colocar vídeos, áudios e uma grande atração: colocar profundidade à cada slide? Eu aqui me iniciando nesta boa alternativa ao PowerPoint. É em inglês, já aviso, mas bem interessante-dinâmica esta "ferramenta". E relativamente simples de operar.
PREZI é uma ferramenta online totalmente diferente dos programas para a criação de apresentações em slides. É similar ao pptPlex, um projeto da Microsoft Office Labs que traz esse tipo de funcionalidade para o PowerPoint.
O editor do Prezi é todo feito em flash, tem apenas os recursos realmente necessários e é mais interessante que o PowerPoint porque acaba com o conceito de slides lado-a-lado: cada apresentação é um espaço em branco de tamanho infinito, e você pode ir adicionando seus “quadros” livremente nesse espaço, numa abordagem parecida com a dos mind-maps. Os seus recursos vão muito além das telas planas e textos lineares com que estamos acostumados no PowerPoint.
Toda interatividade do serviço nasce das funções de zoom que é o recurso que confere profundidade às apresentações. No Prezi, não há esquerda, direita, acima ou abaixo. As suas apresentações podem ser construídas para fazer tudo parecer dinâmico. Você escreve as palavras e coloca os links, imagens e vídeos em uma única tela, explorando formatos e tamanhos que serão visualizados quando o zoom é aproximado ou afastado da imagem principal.
Como outras ferramentas Web, Prezi tem dois formatos: um gratuito, com recursos limitados e outro pago (versão Pro, a 159 dólares por ano) que inclui melhorias como sendo capaz de realizar apresentações particulares, retirar a marca d'água, usar Prezi Desktop para criar as animações off line e mais espaço disponível (2 GB). A versão básica, serviço gratuito, oferece 100 MB de espaço e capacidade para fazer o download das apresentações a ser exibido sem acesso à Internet (basta um computador com Adobe Flash Player 9 instalado). Prezi também oferece uma licença de educação especial para alunos e educadores.
Mais informações: http://prezi.com/

****Adam Somlai-Fischer e Peter Halacsy começaram a trabalhar no Prezi em 2007, ao sentirem limitações em desenvolver e explicar ideias por meio de slides. A empresa começou em Budapeste, a cidade natal de Peter e Adam - em maio ​​de 2008, com a ajuda de Magyar Telekom (Hungria). Depois de contratarem o empresário sueco-húngaro Peter Arvai como CEO, o Prezi “foi lançado oficialmente - em abril de 2009”. Em novembro de 2009, a Prezi abriu seu escritório em San Francisco (USA).

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