"QUANDO O MUNDO SE TORNAR CONFUSO, ME CONCENTRAREI EM FOTOGRAFIAS, QUANDO AS IMAGENS SE TORNAREM INADEQUADAS, ME CONTENTAREI COM O SILÊNCIO." [Ansel Adams / 1902-1984]

Direitos Autorais:

Fotos-textos do autor aqui postados regulamentados pela Lei 9.610/98 (dos Direitos Autorais) e sujeitos à punibilidade pelo violar da mesma, conforme o art. 184 do Código Penal brasileiro.

P.S.: Fotos de outrem aqui inseridas e porventura sem créditos referidos, capturadas da Internet ou outro veículo de mídia, "sem este referir específico".

PARA BEM VISUALIZAR AS FOTOS, EM TAMANHO MAIOR, CLIQUE EM CIMA DA FOTO.
Mostrando postagens com marcador Vídeo musical. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Vídeo musical. Mostrar todas as postagens

28 agosto 2011

AL DI MEOLA, JOHN McLAUGHLIN & PACO DE LUCIA - "um trio da pesada"

Show em St. Goarshausen - Alemanha (1981)

O norte-americano AL DI MEOLA (57 anos), o inglês JOHN McLAUGHLIN (69 anos) e o espanhol PACO DE LUCIA (64 anos) gravaram juntos os álbuns:
·     Friday Night in San Francisco (1981)
·     Passion, Grace and Fire (1983)
·     The Guitar Trio (1996)

EUMIR DEODATO - "Also Sprach Zarathustra" (em 2 versões)

Álbum PRELUDE, de 1972

EUMIR DEODATO (Rio de Janeiro, 22 de junho de 1943) é produtor musical e arranjador brasileiro.
Embora seja predominantemente ligado ao jazz, Deodato é também conhecido por seu ecletismo, e mistura de diversos gêneros musicais, como o rock, o pop, o rhythm and blues, o funk e a música de orquestra. 
Seu sucesso como artista começou nos anos 1970, e como produtor trabalhou em mais de 500 discos para diversos artistas e bandas. Como arranjador, tem parcerias com Frank Sinatra e Vinícius de Moraes, dentre outros.
Deodato participou do movimento da bossa nova nos anos 1960, porém mudou-se para os Estados Unidos da América em 1968, onde ficou radicado. Seu trabalho encontrou grande repercussão e ressonância principalmente fora de sua terra natal.
ALSO SPRACH ZARATHUSTRA, Op. 30 (em português: Assim falou Zaratustra) é um poema sinfônico composto em 1896 por RICHARD STRAUSS, inspirado no tratado filosófico de mesmo nome escrito por “Friedrich Nietzsche”.
O próprio compositor conduziu a primeira performance na cidade de Frankfurt. Uma execução típica dura cerca de meia hora.
Sua introdução tornou-se muito conhecida por ter sido usada como tema musical no “filme 2001: A Space Odyssey” (2001: Uma Odisseia no Espaço), de Stanley Kubrick, de 1968. 

 
Eumir Deodato e Orquestra (1980) 
Victor Biglione: guitarra
Alex Malheiros: baixo
Pascoal Meirelles: bateria

15 maio 2011

BLUES NA VEIA: Robert Johnson X Eric Clapton



O vídeo ERIC CLAPTON - SESSIONS FOR ROBERT J, de 2004, é um tributo de Eric Clapton à lenda do blues Robert Johnson”. É de áudio visualizar “obrigatório” para amantes dos blues!
O projeto foi filmado durante ensaios da turnê em Londres e em Dallas, e apresenta uma sessão de gravação em 508 Park Avenue, o armazém de Dallas, onde Johnson fez algumas de suas últimas gravações. Clapton executa canções clássicas de Johnson, incluindo "Kind Hearted Woman", "Terraplane Blues", "Me and the Devil Blues" e "Love in Vain" e aborda a influência de Johnson em sua carreira. A sessão final foi filmada em Santa Monica, Califórnia.
*** Eric Clapton é tão devoto do Robert Johnson que gravou dois álbuns inteiramente dedicados às composições dele: Me and Mr. Johnson e este Sessions for Robert J.

Eric Clapton - Sessions for Robert J (2004)
Músicas:
01 - King Hearted Woman Blues
02 - They're Red Hot
03 - Hell Hound On My Trail
04 - Sweet Home Chicago
05 - When You Got a Good Friend
06 - Milkcow's Calf Blues
07 - If I Had Possession Over Judgement Day
08 - Stop Breakin' Down Blues
09 - Terraplane Blues
10 - Hell Hound On My Trail
11 - Me and the Devil Blues
12 - From Four Until Late
13 - Love in Vain
14 - Ramblin' On My Mind
15 - Stones in My Passway
16 - Love in Vain
17 - Little Queen of Spades
18 - Traveling Riverside Blues
19 - Behind the Scenes Footage

Direção: Stephen Schible; Hilson Chris (Co-diretor: UK)
Produção: Eric Clapton, Hiroshi Fujiwara, Chris Saunders(co-produtor: UK), Stephen Schible e  Takuo Yasuda (produtor de linha)
Diretor de fotografia: Tom Richmond
Elenco/músicos:
Eric Clapton       ...      Guitarra; Vocal
Doyle Bramhall II…     Guitarra
Nathan East       ...      Baixo
Steve Gadd        ...      Bateria
Billy Preston       ...      Hammond Organ
Chris Stainton    ...      Piano

ROBERT JOHNSON gravou apenas 29 músicas em um total de 41 faixas, em duas sessões de gravação em San Antonio, Texas, em Novembro de 1936 e em Dallas, Texas, em Junho de 1937. Suas músicas continuam sendo interpretadas e adaptadas por diversos artistas, como Eric Clapton, The Rolling Stones, The Blues Brothers, Red Hot Chili Peppers e The White Stripes. Influenciou também outros grandes artistas/bandas: Muddy Waters, Led Zeppelin, Bob Dylan, Johnny Winter, Jeff Beck, Yardbirds, Cream e The Who. Johnson é um dos músicos mais influentes do “Mississipi Delta Blues” e é uma importante referência para a padronização do consagrado formato de 12 compassos para o Blues.
No início da década de 90 a obra completa de Johnson foi remasterizada e lançada com grande repercussão mundial, tendo sido finalmente reconhecida sua grande influência na música contemporânea.
Paralelamente ao relançamento de sua obra foi gravado um filme com Ralph Machio: “CROSSROADS” (A Encruzilhada). O filme é uma alegoria sobre a vida de Johnson, abordando principalmente o seu provável pacto com o demônio, e tem a participação especial de Steve Vai.

MITOS DE SUA VIDA-MORTE:
Em 1938 durante uma apresentação no bar "Tree Forks" Johnson bebeu uísque envenenado com estricnina, supostamente preparado pelo dono do bar, o qual estava enciumado por Jonhson ter flertado com sua mulher. Sonny Boy Williamson que estava tocando junto com Jonhson, havia alertado-o sobre o uísque, porém este não lhe deu atenção. Johnson se recuperou do envenenamento, mas contraiu pneumonia e morreu 3 dias depois, em 16 de Agosto de 1938, em Greenwood, Mississippi (aos 27 anos). Há várias versões populares para sua morte: que haveria morrido envenenado pelo uísque, que haveria morrido de sífilis e que havia sido assassinado com arma de fogo. Seu certificado de óbito cita apenas "No Doctor" (Sem Médico) como causa da morte.

Outro mito popular recorrente sugere que Johnson vendeu sua alma ao diabo na encruzilhada das rodovias 61 e 49 em Clarksdale, Mississippi em troca da proeza para tocar guitarra. Este mito foi difundido principalmente por Son House, e ganhou força devido às letras de algumas de suas músicas, como "Crossroads Blues", "Me And The Devil Blues" e "Hellhound On My Trail".

Seguidores

EU, Ciro

Minha foto
São José do Ouro, RS, Brazil