"QUANDO O MUNDO SE TORNAR CONFUSO, ME CONCENTRAREI EM FOTOGRAFIAS, QUANDO AS IMAGENS SE TORNAREM INADEQUADAS, ME CONTENTAREI COM O SILÊNCIO." [Ansel Adams / 1902-1984]

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01 maio 2011

ON THE ROAD MATUTINO

Sábado, cedito (6,40 h), dia também de ir à Facú, em Campos Novos-SC.
Tem aulita às 8 h, por incrível que possa parecer.
Aqui meu cenário quando próximo da cidade de Barracão,
ainda no RS, mas já próximo da divisa com SC.
[em paradinha para tentar me acordar plenamente]



30 abril 2011

CASAMENTO REAL E FOTOGRAFIA


Cerca de 327 milhões de fotos relacionadas ao casamento do príncipe William com a plebeia Kate Middleton devem ter sido tiradas por câmeras digitais ontem, dia 29 de abril, quando aconteceu o matrimônio real, de acordo com pesquisa/previsão divulgada dia 18 no Reino Unido a pedido da fabricante de máquinas fotográficas Nikon.
Desse total, 65 milhões devem ser compartilhadas por meio das redes sociais na internet.
Putzzzzzzzzzzzz e nem me convidaram para fotografar este “megaevento”!!!!
Em realidade, para mim, estes eventos sem significado. Mas há quem curta ver, até aqueles “pinicos-artefatos” que colocam nas cabeças femininas nestas ocasiões – também chamados “chapéus de damas”. TERRÍVEIS ADORNOS!!!
Mas a “noivita” até que estava bem “revestida”!!! Em meu visualizar de “expert em moda”, em elegante modelito – sem firulas daquelas espalhafatosas/ridículas. He,he,he,he,he,he,he.... 
Creio que Sarah Burton, a estilista da grife Alexander McQueen irá ter boas encomendas pelos próximos anos, até de brasileiras com bom gosto e bolso.

Foto: Hugo Burnand

Mas a menininha aí à esquerda bem expressou seu tédio neste contexto
he,he,he,he,he,he,he....

21 abril 2011

MÚSICA “CAIPIRA-BLUEROCKEIRA” de JJ CALE


JJ CALE (John Weldon Cale) (Tulsa, Oklahoma, 5 de dezembro de 1938) é um músico estadunidense. É conhecido por ser o autor de duas canções que levaram Eric (Patrick) Clapton, 66 anos, à fama, "After Midnight" e "Cocaine" e também por hits do Lynyrd Skynyrd, "Call Me The Breeze" e "I Got the Same Old Blues". 
*A música COCAINE foi originalmente lançada em 1976 no álbum Troubadour. Muitos “claptonmaníacos” julgam que esta música é de autoria do próprio Eric Clapton, mas estão bem enganados neste sentido.
Cale é um dos criadores do “Tulsa Sound”, gênero que mescla blues, rockabilly, música country e jazz. Este estilo acabou influenciando vários artistas como Eric Clapton, Mark Knopfler, Neil Young e Tom Petty.

TROUBADOUR, o 4º disco deste excelente músico, é um daqueles discos que se escuta de ponta a ponta e quando acaba dá vontade de escutar de novo. É música madura de alguém que já começou sua carreira maduro – lançou seu primeiro álbum aos 33 anos de idade, em 1972 – com quase todos os instrumentos executados por ele próprio. 

Apesar de ter ganho o Grammy de Melhor Álbum de Blues Contemporâneo em 2008 com “THE ROAD TO ESCONDIDO” - trabalho conjunto com Eric Clapton – ele continua avesso à badalação do mundo artístico. 



17 abril 2011

"DE CUJUS"


"DE CUJUS" INGERIDO POR NOSSA TURMA, NESTA SEMANA, EM JANTAR COM PROFESSOR  
Esta expressão é usada comumente como sinônimo de 'pessoa falecida', numa figura eufemística substitutiva de 'defunto' ou 'morto'. Estas duas palavras foram, na verdade, retiradas de uma expressão latina mais longa, que é: "De cujus successione agitur" e significa 'de cuja sucessão se trata'. Situa-se, portanto, no contexto do direito sucessório, do caso daquela pessoa falecida, que deixou bens materiais, e cuja sucessão (direito de herança) é regulada pelas normas jurídicas.

“De cujus” é uma expressão forense que não recebe flexão de gênero ao nos referirmos a homem e mulher. Há o de cujus varão/masculino e o de cujus virago/varoa/feminino. Portanto, sempre "o de cujus".

Como todas as palavras de língua estrangeira lançadas no contexto do vernáculo, esta expressão deve vir sempre realçada seja por tipo em negrito, em itálico ou destacada por aspas.

10 abril 2011

INTERNET NO BRASIL E NO PLANETINHA

Dados da consultoria internacional Akamai apontam Curitiba como a cidade brasileira com maior velocidade de conexão a internet, com 1928 kbps em média. O número também garante a quarta posição no ranking na América Latina.
No continente, apenas Cucuta, na Colômbia (2,4 Mbps), Valparaiso e Santiago, ambas no Chile, têm conexões mais rápidas, respectivamente. Logo após Curitiba: Florianópolis, Campinas e Belo Horizonte aparecem na lista de maior velocidade média do Brasil (médias entre 1,6 Mbps e 1,9 Mbps).
Apesar de ser o quinto em número de usuários conectados, o Brasil não apresenta uma das melhores conexões. Segundo a pesquisa da Akamai, especializada em medições e soluções em tráfego online, o país ocupa o 37° lugar em velocidade de banda larga.
Em média, segundo os dados, a qualidade da internet no Brasil é de 1,36 Mbps.
O relatório revela ainda que 15% dos nossos usuários utilizam internet com menos de 256 Kbps, 66% navegam na faixa dos 256 Kbps e 2 Mbps, 16% possuem 2 Mbps a 5 Mbps, enquanto apenas 3% usam banda larga com velocidade acima de 5 Mbps.
Coréia do Sul é o país com “maior velocidade média” com 16,63 Mpbs, Hong Kong (8,57 Mbps) ocupa a segunda posição, Japão com 8,03 Mbps [mas oferece conexões de até 92,8 Mbps], Romênia (6,2 Mbps), e Suécia (5,7 Mbps).
Para se ter ideia, 1mbps equivale a 1024 kbps e 1kbps equivale a 1024 bps.
Estudo aponta que a velocidade média mundial da web é de 1,7 Mbps”.
Na Ásia, Europa e América do Norte todas as cidades entre as 10 mais têm conexões acima de 10 Mbps.
***A América Latina tem a banda larga mais cara do mundo, em média, para os serviços via cabo e DSL, aponta pesquisa elaborada pela empresa de análise de mercado Point Topic.
Já na Finlândia, lei concede acesso à Internet de graça, como um direito básico dos cidadãos. Desde primeiro de julho de 2010 todo finlandês tem garantido acesso à web com velocidade mínima de 1 MB por segundo. E até 2015, o governo daquele país promete conectar toda a população em velocidade de 100 MB por segundo.
VOU ME MUDAR PARA A FINLÂNDIA, EM BREVE!!!!!!!!

CONEXÕES INTERNÉTICAS MUITO BOAS


BUL: A maior velocidade de Internet testada pela NTT,
uma Banda Ultra Larga a 70 Terabits/segundo
Em 2010, engenheiros da companhia japonesa NTT lograram transmitir até 69,1 Terabits por segundo através de uma única fibra óptica de 240 km de longitude.
Os 70.000.000 Megabits por segundo foram transmitidos com a multiplexação de 432 sinais portadores, cada um usando uma longitude de onda de luz diferentes (entre 1527 e 1620 nm), de 171 Gigabit por segundo.
Isto é um novo recorde conseguido em uma única fibra óptica, recorde que estava em “apenas” 32 Terabits por segundo.
A empresa NTT Labs já tinha conseguido transmitir 13,5 Tbps em uma fibra de 7 km de longitude, agora já estão pensando em usar a tecnologia para ampliar as redes do país e conseguir uma estrutura mais rápida e econômica.



Idosa tem conexão à Internet residencial mais rápida do mundo
Desde 2007, uma senhora de 75 anos de idade (fazendo 76 neste ano), moradora de Karlstad, região central da Suécia, é a assinante da conexão à internet residencial mais rápida do planeta. Sigbritt Löthberg é mãe do guru sueco de redes, Peter Löthberg, que pretende com o experimento provar que as fibras ópticas são um modo econômico e rápido de se prover internet aos usuários domésticos em seu país.
A conexão de 40 Gb/s da Sra. Löthberg equivale a 40 mil Mb/s - ou seja, quase quinhentas vezes a maior velocidade de internet residencial disponível no Brasil. Com essa impressionante velocidade, é possível assistir a 1,5 mil canais de TV digital em alta definição ou baixar um DVD inteiro em apenas dois segundos.
Além de usar fibra óptica, o sistema proposto emprega um novo tipo de modulação que permite a comunicação entre dois roteadores a distâncias da ordem de 2 mil Km, sem repetidores intermediários. Isso reduz drasticamente o custo de implementação do sistema, que tem vantagens sobre as tecnologias mais antigas que usam fios de cobre ou ondas de rádio.

05 abril 2011

PRONÚNCIA CORRETA EM LÍNGUA ESTRANGEIRA


Uma fantástica criação do mundo colaborativo, do fenômeno crowdsourcing, um modelo de produção que utiliza a inteligência e os conhecimentos coletivos e voluntários espalhados pela Internet para resolver problemas, criar conteúdo ou desenvolver novas tecnologias.
Esta a proposta do FORVO, “o maior guia de pronúncia do mundo”, o lugar onde você encontrará milhões de palavras pronunciadas em suas línguas originais (267 - segundo últimos dados que pesquisei) por pessoas originais e colaboradoras.
O Forvo nasceu como uma ideia em 2007, e está online desde janeiro de 2008.
O proprietário deste site é a Forvo Media SL, de San Sebastián (Espanha).
CONFIRA EM: http://pt.forvo.com/languages/

03 abril 2011

PRIMEIRA IGREJA MEXICANA


Relatam amigos que estiveram no México, que esta a primeira, ou uma das primeiras igrejas católicas, lá construída. Esta lateral, registrada por eles, tem simbologia muito especial em sentido místico-esotérico, que os “iniciados” bem conhecem.




UM BAR-LUPANÁRIO

Pois é, esta uma nova "PRACA" de estabelecimento comercial
que registrei no caminho-estrada para a Facú,
pois achei sugestivo o nome.
Mas não, não visitei-o, nem pretendo visitá-lo!!!


02 abril 2011

A TEIA CRESCENTE

Minha diarista "ainda" não visualizou esta teia,
ou talvez até tenha visualizado, mas não eliminou-a.
Eu, curtindo o evoluir-laborar desta aranhazita.
he,he,he,he,he,he,he,he......
Abração CIRO


27 março 2011

DROGAS, POESIA & AMOR

DROGAS, POESIA e AMOR – esta uma trilogia quase sempre conjunta, NÉ?? Embora não necessariamente. Similar aquela de drogas-sexo-rock’n roll (e outros gêneros musicais). Literatura e artes plásticas em geral, também muito “aditivadas” por “droguitas” liberadoras/expansoras da criatividade/mente.
E nada de novo neste sentido, consumimos drogas desde os primórdios desta nossa espécie humana. O ópio é, provavelmente, a primeira droga usada pelo homem: os poderes da papoula são conhecidos há pelo menos 8 000 anos. A coca já era usada pelos habitantes dos Andes há 2 000 anos. E há registros de uso da maconha como remédio em escritos chineses do século I a.C. “Ópio e maconha foram remédios tradicionais usados por muitos séculos, diga-se de passagem”.
O “potencializador ilusório” pode ser maconha, álcool, LSD, crack, cocaína, heroína, ecstasy, medicações psicotrópicas, etc. E sempre sendo criadas novas drogas para os ávidos consumidores. Temos até empregos ditos “espiritualistas” das mesmas.

Aqui GRAFITES, em abrigo/ponto de ônibus local.
Sim, mesmo em pequeninas cidades, em “interiorzão”, rolam drogas a vontade - em todas as classes sociais agora. Tem para todos os gostos e bolsos!!!!


22 março 2011

ALFABETO EMOCIONAL

O Dr. Juan Hitzig é especialista em Medicina do Envelhecimento e Prevenção Gerontológica. É professor de biogerontologia da Universidad Maimónides na Argentina, membro da Academy of Antiaging Medicine e Consultor da Fundación Convivir na área de gerontologia.
Nos últimos anos o ser humano está vivendo um pouco mais. Como fazer para que esta longevidade não seja um acúmulo de doenças e enfermidades? Em realidade é possível ter uma vida plena de experiências e de desenvolvimento pessoal.
As ideias centrais de seu livro se baseiam em investigações que demonstram que ao redor dos 50 anos de idade há um ponto de inflexão biológica que define como vamos envelhecer. Transmitindo experiências e observações que tem feito ao longo de sua carreira, o autor dá sugestões e conclusões que ajudam os leitores a conquistar uma longevidade saudável.
Tomando em conta aspectos biológicos, sociológicos, psicológicos e inclusive espirituais, apresenta uma maneira de encarar os próximos anos de tal forma que o envelhecimento é retardado e a segunda metade de suas vidas é renovada com inteligência.
Ele estudou as características de alguns povos que alcançaram níveis saudáveis de longevidade e concluiu que além das características biológicas, havia um denominador comum entre todos eles, e este fator está relacionado com suas condutas e atitudes.
“Cada pensamento gera uma emoção e cada emoção mobiliza um circuito hormonal que terá impacto nos trilhões de células que formam um organismo." Ele explica:
As condutas “S”: serenidade, silêncio, sabedoria, sabor, sexo, sono, sorriso, promovem a secreção de Serotonina.
As condutas “R”: ressentimento, raiva, rancor, repressão, resistências, facilitam a secreção de Cortisol, um hormônio corrosivo para as células, que acelera o envelhecimento.
As condutas “S” geram atitudes “A”: ânimo, amor, apreço, amizade, aproximação.
As condutas “R” pelo contrário geram atitudes “D”: depressão, desânimo, desespero, desolação.
Aprendendo este ALFABETO EMOCIONAL, lograremos viver mais tempo e melhor, porque o “sangue ruim” (muito cortisol e pouca serotonina) deteriora a saúde, oportuniza as doenças e acelera o envelhecimento. O bom humor, pelo contrário, é a chave para a longevidade saudável.

NA PRÁTICA, NÃO QUERENDO CONTRADIZER A VÁLIDA PESQUISA/TRABALHO DO ILUSTRE DOUTOR GERONTÓLOGO, OPORTUNO SE DIZER QUE TEM MUITO VÉINHO RUIM/MAU/RANCOROSO AÍ VIVENTE LONGEVAMENTE E COM REGULAR SAÚDE. E MUITA GENTE BOA/ALEGRE/FELIZ QUE PARTE BEM CEDO AQUI DESTE PLANO, MUITAS VEZES COM SOFRIMENTOS ATROZES.
HÁ OUTROS FATORES, NÃO RECONHECIDOS/REFERIDOS PELA CIÊNCIA QUE AÍ TAMBÉM INTERFEREM.
Ciro Röpke

20 março 2011

MODERNIDADE LÍQUIDA, de Bauman


A modernidade imediata é 'leve', 'líquida', 'fluida' e infinitamente mais dinâmica que a modernidade 'sólida' que suplantou. A passagem de uma a outra acarretou profundas mudanças em todos os aspectos da vida humana. Zygmunt Bauman cumpre sua missão de sociólogo, esclarecendo como se deu essa transição e nos auxiliando a repensar os conceitos e esquemas cognitivos usados para descrever a experiência individual humana e sua história conjunta. 

Este livro complementa e conclui a análise realizada pelo autor em 'Globalização - as consequências humanas' e 'Em Busca da Política'. Juntos, esses três volumes formam uma análise das condições cambiantes da vida social e política.

Em “Modernidade Líquida”, Bauman afirma que, há cerca de cinquenta anos, as previsões populares sobre o futuro travavam-se pelo confronto da visão de Aldous Huxley, em “Admirável Mundo Novo” e a de George Orwell, no livro “1984”. O primeiro escritor retratou, em 1931, um cenário do século VII d.F. (depois de Ford), habitado por uma sociedade completamente organizada e feliz, vivendo na opulência, devassidão e saciedade. George Orwell, por sua vez, apresentou, em 1949, a ideia de uma sociedade futurista, tomada pela miséria e pela escassez, e dominada por um governo totalitário.
Completamente antagônicas, as duas visões estavam de acordo num ponto: no pressentimento de uma civilização estritamente controlada. A de Huxley, mediante doses regulares de felicidade quimicamente transmitida pelo “Soma” (a droga do futuro) e pelas ideologias propagadas em cursos noturnos, ministrados durante o sono; a de Orwell, pelo Grande Irmão (Big Brother). Isto porque, a exemplo de Platão e Aristóteles, incapazes de imaginar uma sociedade sem escravos, Huxley e Orwell não podiam concebê-la sem uma oligarquia de poder que estabelecesse parâmetros, rotinas e ordens a serem seguidas pelo resto da humanidade.
Analisando essa sociedade de controle, o filósofo francês Gilles Deleuze , prognosticou a relação entre a identidade pessoal e um código intransferível (cifra). Os indivíduos, segundo Deleuze, sofreriam uma espécie de divisão resultante do estado de sua senha, ora aceita, ora recusada. As massas, por sua vez, tornar-se-iam simples amostras, dados, mercados que precisam ser rastreados, cartografados e analisados.
O que poderia ser considerado como uma ideia visionária de Deleuze, ou como mera ficção científica de Huxley e Orwell, é hoje uma realidade. O controle importa no estabelecimento de valores pela elite dominante, diz Bauman.

A “época em que vivemos” é apontada pela maioria dos autores nacionais e internacionais, como a era das incertezas, das fragmentações, das desconstruções, da busca de valores, do vazio, do niilismo, do imediatismo, do hedonismo, da substituição da ética pela estética, do narcisismo e do consumo de sensações. Nesse contexto, os indivíduos tendem a sentirem-se confusos diante da velocidade com que o seu mundo se modifica, tornando nebulosa sua própria inserção nesse mundo. Em tempos dominados pela mídia e em constante mutação, as possibilidades parecem infinitas, mas acarretam a angustiosa sensação de insegurança e de incerteza do inacabado.
Consumir representa então o elixir contra a incerteza aguda e enervante sobre o porvir e o sentimento de incômoda insegurança. Propagou-se um comportamento geral de comprar, não apenas produtos e serviços, mas também as habilidades necessárias ao nosso sustento, o tipo de imagem que desejamos para nós, os métodos de convencimento de nossos possíveis empregadores, etc.
O cenário retratado pelo texto de Zygmunt Bauman é contemporâneo, expondo relevantes impactos introduzidos pela sua denominada “Modernidade Líquida”.
Essa sociedade moderna tem como ícones principais a produção e o consumo, não como meios, mas como finalidades a serem atingidas.
O individualismo (satisfação dos desejos pessoais) tem uma posição peculiar dentro do sistema em que se encontra inserido, qual seja, o do consumo desenfreado, não apenas como satisfação de seu querer, mas, também, para a construção de uma imagem social.

FONTE: Modernidade Líquida: análise sobre o consumismo e seus impactos na Sociedade da Informação [Christiany Pegorari Conte, Encarnacion Alfonso Lor e Fábio Antônio Martignoni – advogados e mestrandos em Direito da Sociedade de Informação pelo Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas]
Íntegra disponível em:
http://www2.oabsp.org.br/asp/comissoes/sociedade_informacao/artigos/modernidade_liquida.pdf

PERIGEU LUNAR

A lua esteve maior e mais brilhante do que nas últimas duas décadas. Foi neste sábado à noite (19), e madrugada de domingo, e é um fenômeno conhecido como «perigeu lunar» ou «super lua cheia». Por isso, aparentou maior em 14 por cento e 30 por cento mais luminosa.
Quem perdeu o show, só daqui a duas décadas para ver de novo, se por aqui ainda estiver. he,he,he,he,he,he,he..........
Por prevenção, curti bem este belo visual de agora!!!



ZYGMUNT BAUMAN, O PROFETA DA PÓS-MODERNIDADE

Seja você capitalista, socialista, comunista ou “outro ista”, vale a pena dar uma lida nas obras deste véinho bem lúcido.
Zygmunt Bauman, 86 anos, o sociólogo que sacudiu as ciências sociais com o seu conceito de “modernidade líquida” propõe reconhecer a situação planetária atual como um caso de interregno. “O velho está morrendo”, diz ele, "mas o novo ainda não nasceu. Vivemos um lapso em que virtualmente tudo pode acontecer, mas nada pode realizar-se com plena segurança e certeza de sucesso”, afirma o sociólogo. Uma das principais características desse interregno é o crescente divórcio entre o poder e a política. O poder se tornou global e a política não conseguiu transpor o local, afirma Bauman. O princípio trinitário território, estado e nação está em crise, destaca.

Um renomado periódico espanhol referiu-se recentemente a Zygmunt Bauman como um dos poucos sociólogos contemporâneos "nos quais ainda se encontram ideias". Opinião semelhante é frequentemente exposta por críticos de várias partes do mundo quando refletem sobre o pensamento desse intelectual polonês radicado na Inglaterra desde 1971 e empenhado há meio século em "traduzir o mundo em textos", como diz um deles. 

Indiferente às fronteiras disciplinares, Bauman é um dos líderes da chamada "sociologia humanística", ao lado de Peter Berger, Thomas Luckmann e John O'Neill, entre outros. De um lado, não se encontram em suas obras abstrações ou análises e levantamentos estatísticos; de outro, são ali aproveitadas quaisquer ideias e abordagens que possam ajudá-lo na tarefa de compreender a complexidade e a diversidade da vida humana.

Nascido na Polônia em 1925, o sociólogo tem um histórico de vida que passa pela ocupação nazista durante a Segunda Guerra Mundial, pela ativa militância em prol da construção do socialismo no seu país sob a direta influência da extinta União Soviética e pela crise e desmoronamento do regime socialista.


Livros de Zygmunt Bauman publicados pela Zahar Editora:
Amor Líquido: sobre a fragilidade dos laços humanos
Aprendendo a Pensar com a Sociologia
A Arte da Vida
Comunidade: a busca por segurança no mundo atual
Confiança e Medo na Cidade
Em Busca da Política
Europa: uma aventura inacabada
Globalização: as consequências humanas
Identidade: entrevista a Benedetto Vecchi
Medo Líquido
Modernidade e Ambivalência
Modernidade e Holocausto
Modernidade Líquida
Mal-Estar da Pós-Modernidade
Sociedade Individualizada: vidas contadas e histórias vividas
Tempos Líquidos
Vida Líquida
Vida para Consumo: a transformação das pessoas em mercadoria
Vidas Desperdiçadas
Capitalismo Parasitário

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