"QUANDO O MUNDO SE TORNAR CONFUSO, ME CONCENTRAREI EM FOTOGRAFIAS, QUANDO AS IMAGENS SE TORNAREM INADEQUADAS, ME CONTENTAREI COM O SILÊNCIO." [Ansel Adams / 1902-1984]

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22 março 2011

ALFABETO EMOCIONAL

O Dr. Juan Hitzig é especialista em Medicina do Envelhecimento e Prevenção Gerontológica. É professor de biogerontologia da Universidad Maimónides na Argentina, membro da Academy of Antiaging Medicine e Consultor da Fundación Convivir na área de gerontologia.
Nos últimos anos o ser humano está vivendo um pouco mais. Como fazer para que esta longevidade não seja um acúmulo de doenças e enfermidades? Em realidade é possível ter uma vida plena de experiências e de desenvolvimento pessoal.
As ideias centrais de seu livro se baseiam em investigações que demonstram que ao redor dos 50 anos de idade há um ponto de inflexão biológica que define como vamos envelhecer. Transmitindo experiências e observações que tem feito ao longo de sua carreira, o autor dá sugestões e conclusões que ajudam os leitores a conquistar uma longevidade saudável.
Tomando em conta aspectos biológicos, sociológicos, psicológicos e inclusive espirituais, apresenta uma maneira de encarar os próximos anos de tal forma que o envelhecimento é retardado e a segunda metade de suas vidas é renovada com inteligência.
Ele estudou as características de alguns povos que alcançaram níveis saudáveis de longevidade e concluiu que além das características biológicas, havia um denominador comum entre todos eles, e este fator está relacionado com suas condutas e atitudes.
“Cada pensamento gera uma emoção e cada emoção mobiliza um circuito hormonal que terá impacto nos trilhões de células que formam um organismo." Ele explica:
As condutas “S”: serenidade, silêncio, sabedoria, sabor, sexo, sono, sorriso, promovem a secreção de Serotonina.
As condutas “R”: ressentimento, raiva, rancor, repressão, resistências, facilitam a secreção de Cortisol, um hormônio corrosivo para as células, que acelera o envelhecimento.
As condutas “S” geram atitudes “A”: ânimo, amor, apreço, amizade, aproximação.
As condutas “R” pelo contrário geram atitudes “D”: depressão, desânimo, desespero, desolação.
Aprendendo este ALFABETO EMOCIONAL, lograremos viver mais tempo e melhor, porque o “sangue ruim” (muito cortisol e pouca serotonina) deteriora a saúde, oportuniza as doenças e acelera o envelhecimento. O bom humor, pelo contrário, é a chave para a longevidade saudável.

NA PRÁTICA, NÃO QUERENDO CONTRADIZER A VÁLIDA PESQUISA/TRABALHO DO ILUSTRE DOUTOR GERONTÓLOGO, OPORTUNO SE DIZER QUE TEM MUITO VÉINHO RUIM/MAU/RANCOROSO AÍ VIVENTE LONGEVAMENTE E COM REGULAR SAÚDE. E MUITA GENTE BOA/ALEGRE/FELIZ QUE PARTE BEM CEDO AQUI DESTE PLANO, MUITAS VEZES COM SOFRIMENTOS ATROZES.
HÁ OUTROS FATORES, NÃO RECONHECIDOS/REFERIDOS PELA CIÊNCIA QUE AÍ TAMBÉM INTERFEREM.
Ciro Röpke

20 março 2011

MODERNIDADE LÍQUIDA, de Bauman


A modernidade imediata é 'leve', 'líquida', 'fluida' e infinitamente mais dinâmica que a modernidade 'sólida' que suplantou. A passagem de uma a outra acarretou profundas mudanças em todos os aspectos da vida humana. Zygmunt Bauman cumpre sua missão de sociólogo, esclarecendo como se deu essa transição e nos auxiliando a repensar os conceitos e esquemas cognitivos usados para descrever a experiência individual humana e sua história conjunta. 

Este livro complementa e conclui a análise realizada pelo autor em 'Globalização - as consequências humanas' e 'Em Busca da Política'. Juntos, esses três volumes formam uma análise das condições cambiantes da vida social e política.

Em “Modernidade Líquida”, Bauman afirma que, há cerca de cinquenta anos, as previsões populares sobre o futuro travavam-se pelo confronto da visão de Aldous Huxley, em “Admirável Mundo Novo” e a de George Orwell, no livro “1984”. O primeiro escritor retratou, em 1931, um cenário do século VII d.F. (depois de Ford), habitado por uma sociedade completamente organizada e feliz, vivendo na opulência, devassidão e saciedade. George Orwell, por sua vez, apresentou, em 1949, a ideia de uma sociedade futurista, tomada pela miséria e pela escassez, e dominada por um governo totalitário.
Completamente antagônicas, as duas visões estavam de acordo num ponto: no pressentimento de uma civilização estritamente controlada. A de Huxley, mediante doses regulares de felicidade quimicamente transmitida pelo “Soma” (a droga do futuro) e pelas ideologias propagadas em cursos noturnos, ministrados durante o sono; a de Orwell, pelo Grande Irmão (Big Brother). Isto porque, a exemplo de Platão e Aristóteles, incapazes de imaginar uma sociedade sem escravos, Huxley e Orwell não podiam concebê-la sem uma oligarquia de poder que estabelecesse parâmetros, rotinas e ordens a serem seguidas pelo resto da humanidade.
Analisando essa sociedade de controle, o filósofo francês Gilles Deleuze , prognosticou a relação entre a identidade pessoal e um código intransferível (cifra). Os indivíduos, segundo Deleuze, sofreriam uma espécie de divisão resultante do estado de sua senha, ora aceita, ora recusada. As massas, por sua vez, tornar-se-iam simples amostras, dados, mercados que precisam ser rastreados, cartografados e analisados.
O que poderia ser considerado como uma ideia visionária de Deleuze, ou como mera ficção científica de Huxley e Orwell, é hoje uma realidade. O controle importa no estabelecimento de valores pela elite dominante, diz Bauman.

A “época em que vivemos” é apontada pela maioria dos autores nacionais e internacionais, como a era das incertezas, das fragmentações, das desconstruções, da busca de valores, do vazio, do niilismo, do imediatismo, do hedonismo, da substituição da ética pela estética, do narcisismo e do consumo de sensações. Nesse contexto, os indivíduos tendem a sentirem-se confusos diante da velocidade com que o seu mundo se modifica, tornando nebulosa sua própria inserção nesse mundo. Em tempos dominados pela mídia e em constante mutação, as possibilidades parecem infinitas, mas acarretam a angustiosa sensação de insegurança e de incerteza do inacabado.
Consumir representa então o elixir contra a incerteza aguda e enervante sobre o porvir e o sentimento de incômoda insegurança. Propagou-se um comportamento geral de comprar, não apenas produtos e serviços, mas também as habilidades necessárias ao nosso sustento, o tipo de imagem que desejamos para nós, os métodos de convencimento de nossos possíveis empregadores, etc.
O cenário retratado pelo texto de Zygmunt Bauman é contemporâneo, expondo relevantes impactos introduzidos pela sua denominada “Modernidade Líquida”.
Essa sociedade moderna tem como ícones principais a produção e o consumo, não como meios, mas como finalidades a serem atingidas.
O individualismo (satisfação dos desejos pessoais) tem uma posição peculiar dentro do sistema em que se encontra inserido, qual seja, o do consumo desenfreado, não apenas como satisfação de seu querer, mas, também, para a construção de uma imagem social.

FONTE: Modernidade Líquida: análise sobre o consumismo e seus impactos na Sociedade da Informação [Christiany Pegorari Conte, Encarnacion Alfonso Lor e Fábio Antônio Martignoni – advogados e mestrandos em Direito da Sociedade de Informação pelo Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas]
Íntegra disponível em:
http://www2.oabsp.org.br/asp/comissoes/sociedade_informacao/artigos/modernidade_liquida.pdf

PERIGEU LUNAR

A lua esteve maior e mais brilhante do que nas últimas duas décadas. Foi neste sábado à noite (19), e madrugada de domingo, e é um fenômeno conhecido como «perigeu lunar» ou «super lua cheia». Por isso, aparentou maior em 14 por cento e 30 por cento mais luminosa.
Quem perdeu o show, só daqui a duas décadas para ver de novo, se por aqui ainda estiver. he,he,he,he,he,he,he..........
Por prevenção, curti bem este belo visual de agora!!!



ZYGMUNT BAUMAN, O PROFETA DA PÓS-MODERNIDADE

Seja você capitalista, socialista, comunista ou “outro ista”, vale a pena dar uma lida nas obras deste véinho bem lúcido.
Zygmunt Bauman, 86 anos, o sociólogo que sacudiu as ciências sociais com o seu conceito de “modernidade líquida” propõe reconhecer a situação planetária atual como um caso de interregno. “O velho está morrendo”, diz ele, "mas o novo ainda não nasceu. Vivemos um lapso em que virtualmente tudo pode acontecer, mas nada pode realizar-se com plena segurança e certeza de sucesso”, afirma o sociólogo. Uma das principais características desse interregno é o crescente divórcio entre o poder e a política. O poder se tornou global e a política não conseguiu transpor o local, afirma Bauman. O princípio trinitário território, estado e nação está em crise, destaca.

Um renomado periódico espanhol referiu-se recentemente a Zygmunt Bauman como um dos poucos sociólogos contemporâneos "nos quais ainda se encontram ideias". Opinião semelhante é frequentemente exposta por críticos de várias partes do mundo quando refletem sobre o pensamento desse intelectual polonês radicado na Inglaterra desde 1971 e empenhado há meio século em "traduzir o mundo em textos", como diz um deles. 

Indiferente às fronteiras disciplinares, Bauman é um dos líderes da chamada "sociologia humanística", ao lado de Peter Berger, Thomas Luckmann e John O'Neill, entre outros. De um lado, não se encontram em suas obras abstrações ou análises e levantamentos estatísticos; de outro, são ali aproveitadas quaisquer ideias e abordagens que possam ajudá-lo na tarefa de compreender a complexidade e a diversidade da vida humana.

Nascido na Polônia em 1925, o sociólogo tem um histórico de vida que passa pela ocupação nazista durante a Segunda Guerra Mundial, pela ativa militância em prol da construção do socialismo no seu país sob a direta influência da extinta União Soviética e pela crise e desmoronamento do regime socialista.


Livros de Zygmunt Bauman publicados pela Zahar Editora:
Amor Líquido: sobre a fragilidade dos laços humanos
Aprendendo a Pensar com a Sociologia
A Arte da Vida
Comunidade: a busca por segurança no mundo atual
Confiança e Medo na Cidade
Em Busca da Política
Europa: uma aventura inacabada
Globalização: as consequências humanas
Identidade: entrevista a Benedetto Vecchi
Medo Líquido
Modernidade e Ambivalência
Modernidade e Holocausto
Modernidade Líquida
Mal-Estar da Pós-Modernidade
Sociedade Individualizada: vidas contadas e histórias vividas
Tempos Líquidos
Vida Líquida
Vida para Consumo: a transformação das pessoas em mercadoria
Vidas Desperdiçadas
Capitalismo Parasitário

28 fevereiro 2011

HOMO COMPLEXUS


O século XXI deverá abandonar a ideia unilateral que define o ser humano pela racionalidade (Homo sapiens), pela técnica (Homo faber), pelas atividades utilitárias (Homo economicus), pelas necessidades obrigatórias (Homo prosaicus). O ser humano é complexo e traz em si, de modo bipolarizado, caracteres antagonistas:
Sapiens e demens (sábio e louco)

faber e ludens (trabalhador e lúdico)

empiricus e imaginarius (empírico e imaginário)

economicus e consumans (econômico e consumista)

prosaicus e poeticus (prosaico e poético)

Somos seres infantis, neuróticos, delirantes e também racionais. Tudo isto constitui o estofo propriamente humano.
O ser humano é um ser racional e irracional, capaz de medida e desmedida; sujeito de afetividade intensa e instável. Sorri, ri, chora, mas sabe também conhecer com objetividade; é sério e calculista, mas também ansioso, angustiado, gozador, ébrio, extático; é um ser de violência e de ternura, de amor e de ódio; é um ser invadido pelo imaginário e pode reconhecer o real, que é consciente da morte, mas não pode crer nela; que secreta o mito e a magia, mas também a ciência e a filosofia; que é possuído pelos deuses e pela Ideias, mas que duvida dos deuses e critica as Ideias; nutre-se dos conhecimentos comprovados, mas também de ilusões e quimeras. E quando, na ruptura de controles racionais, culturais, materiais, há confusão entre o objetivo e o subjetivo, entre o real e o imaginário, quando há hegemonia de ilusões, excesso desencadeado, então o Homem demens submete o Homo sapiens e subordina a inteligência racional a serviço de seus monstros.

**** Em sua proposta, Morin coloca que a educação do futuro deveria mostrar e ilustrar este Destino multifacetado do humano: o destino da espécie humana, o destino individual, o destino social, o destino histórico, todos entrelaçados e inseparáveis. Isto conduziria à tomada de conhecimento, por conseguinte, de consciência, da condição comum a todos os humanos e da muito rica e necessária diversidade dos indivíduos, dos povos, das culturas, sobre nosso enraizamento como cidadãos da Terra...

OS SETE SABERES NECESSÁRIOS À EDUCAÇÃO DO FUTURO, de EDGAR MORIN, deveria ser um livrinho de cabeceira dos PEDAGOGOS, para ser lido cotidianamente e aplicar pelo menos parte do seu conteúdo a seus ensinamentos práticos. Bem melhor, mais isento e profundo este autor que certo padreco brasileiro cultuado/endeusado aí academicamente - que até me concedo o direito de nem aqui nominar.

COMIDAS, ANOREXIA & RELIGIÃO


Existe certo preconceito quando o assunto é cinema mexicano, na maioria das vezes. Mas eles também fazem bons filmes atualmente, como este MALOS HABITOS do Diretor Simon Bross – que aborda detalhadamente a temática da anorexia. Um filme diferente-interessante que aborda este problema muito presente hodiernamente, especialmente na vida das mulheres.
Elena é uma mulher magra, perfeccionista e frustrada por não conseguir convencer a filha rechonchuda a fazer dieta. "Ninguém gosta de gordos", diz à menina, sem saber que o marido está interessado mesmo é na aluna que esbanja curvas e come sem culpa. Outra personagem, Matilde, é uma freira que se recusa a comer por acreditar que o sacrifício é capaz de salvar a cidade de uma enchente.
"Maus Hábitos" traz à tona a hipótese, que já foi tema de estudo, de que muitas das santas da Idade Média sofriam de anorexia. A crença era de que, quanto maior a força para manter um jejum autoimposto, mais a fé seria acreditada e mais próxima de Deus estaria a religiosa. Alguns especialistas sugerem, inclusive, que a desnutrição seria a causa das alucinações visuais e auditivas narradas por essas mulheres.
O diretor oferece paralelos interessantes entre a alimentação e a religião. A gula da filha, afinal, é um pecado capital. Assim com a soberba, que motiva a mãe. Mas qual seria então o pecado da freira, que através da privação tenta salvar a cidade de uma catástrofe que ela sente ser iminente? Bross rodeia a questão com elegância. Seriam mesmo condenáveis esses pecados? Ou o pecado depende apenas do uso que se faz dele?
Apesar de o contexto ser diferente, as anoréxicas de hoje também estão presas a um tipo de crença: a de que ser magra é sinônimo de sucesso.
O longa foi rodado entre setembro e outubro de 2005, na Cidade do México, e participou de festivais internacionais nas Américas do Norte e Latina.

Diretor: Simón Bross
Elenco: Ximena Ayala, Elena de Haro, Marco Antonio Treviño
Nome Original: Malos Habitos
País: México
Duração: 103 minutos
Gênero: Drama

Premiações:
- Melhor Filme de Estreia, no Festival de Montreal.
- Melhor Filme de Estreia, no Festival de Bogotá.
- 2 prêmios no Festival de Guadalajara, nas categorias de Melhor Filme e de Melhor Filme Mexicano.
- Melhor filme de Estreia no Los Angeles Latino International Film Festival
- AFI Dallas International Film Festival, menção honrosa
- CineVegas International Film , vencedor do Prêmio do Júri: The Next Wave

20 fevereiro 2011

A PROFUNDA VISÃO DOS CEGOS


Showwwwwwwwwww – lição de vida, este vídeo aí.
CONFIRA, VALE A PENA!!!!
A lição/questionar aí a se captar é:
DEVEMOS NOS LAMENTAR POR NOSSAS LIMITAÇÕES/PRIVAÇÕES, OU APRENDER A CURTIR O QUE NOS FOI CONCEDIDO PELA NATUREZA/DEUS??
O vídeo demonstra uma fantástica homenagem feita por irmãos espanhóis a seus pais “cegos”.
BOA SEMANA ENTRANTE, COM PLENITUDE DOS 5 SENTIDOS: VISÃO-AUDIÇÃO-OLFATO-TATO-PALADAR!!!
Indo mais além, também com os dois sentidos extras: do equilíbrio e do movimento, segundo os neurocientistas hodiernos.
Ou os sentidos da intuição e da clarividência, segundo os místicos.

17 fevereiro 2011

BAR-BIBLIOTECA & INTELECTOBEBUNS

LIBRARY BAR

WELLESBOURNE

XIV

HIPERIUM TAVERN

Os “INTELECTOBEBUNS” de algumas grandes cidades já têm agora boa desculpa para quando chegam em casa meio alcoolizados: “podem referir que estavam em leituras-pesquisas profundas para sua nova obra, defesa de tese, crítica, etc.”.
Aonde estava??? No seu BAR-BIBLIOTECA de preferência.
Talvez, para confirmar isto, poderia até o estabelecimento fornecer uma fichinha das obras consultadas. he,he,he,he,he,he.....
Esta é a nova tendência aí chegando. Em Los Angeles já existem 4, todos na linha “pub chique”. De clássicos a romances modernos, de enciclopédias jurídicas a tomos de filosofia, tudo pode ser encontrado nesses espaços, o que ajuda a atrair um público mais sofisticado e, possivelmente, propenso a gastar mais.
Em São Paulo já existem alguns “similares”, como o Biblioteca Bar e a Livraria da Esquina. Los hermanos argentinos também curtem este esquema. Aqui no Sul, temos em Porto Alegre o Botequim das Letras. E devem existir muitos outros por aí esparramados neste Brasil afora.
Presume-se que os bebuns destes ambientes sejam assim “diferenciados”, NÉ?? Não os tradicionais tagarelas-fanfarrões-barulhentos. E se rola som de fundo, deve ser daqueles baixinhos e harmônicos. A “paquera” deve rolar também de forma discreta: de um pequeno olhar quando passando de uma folha para outra, ou ao ajustar óculos.
TAÍ UMA BOA IDÉIA, que iria conferir tomando um bom scotch on the rocks. Apesar de não ser bebum cotidiano, nem intelectual, nem ter que dar explicações a ninguém - iria só para sentir o clima!
Sim, sei que os tradicionais bebuns-festeiros acharão um absurdo isto aí, mas há clientela para tudo neste mundinho!
E tem os intelectobebuns imersos em suas bibliotecas particulares, claro! Além dos abstêmios de carteirinha!

15 fevereiro 2011

INTERROBANG ou INTERROEXCLAMAÇÃO


Este INTERROBANG, um símbolo muito bem imaginado/criado.
Equivale a uma mistura de pergunta e surpresa.
Já consta nas letras Wingdings 2 da Microsoft.


O PONTO DE INTERROGAÇÃO



Lá nos tempos em que o Latim não era uma língua morta, o ponto de interrogação não existia. Sendo assim, ao redigir uma pergunta, você era obrigado a terminar a frase com o verbete “quaestio” (“questão” em Latim). Isso dificultava um pouco o entendimento das coisas: até o cérebro dos leitores entender o tal do “questio” como uma indicação de interrogação, já era tarde demais.

Para economizar espaço, ela teria sido abreviada duas vezes. Primeiro para qo - mas isso podia confundir o leitor, indicando o final de uma frase. Depois, para um q minúsculo em cima de um o - transformando-se no embrião do atual ponto de interrogação.
Existem inúmeras outras teorias, que vão desde as extremamente bobas (a cauda dos gatos) para as mais plausíveis, como o ponto de interrogação evoluindo de uma forma invertida do ponto e vírgula. Curiosamente, no entanto, alguns referem que a VERDADEIRA ORIGEM do punctus interrogativus teria sido de invenção/criação do intelectual e santo Alcuíno de York, no século 8, na Inglaterra. E que teria sido adotado como padrão da recém-nascida imprensa, no século 13.

O nome "ponto de interrogação" foi cunhado em 1800 por Lee Coleman. 

O sinal pode variar de uma linguagem para a outra. A língua espanhola, por exemplo, usa dois sinais de interrogação, um no começo da oração e outro no fim, sendo o primeiro grafado de ponta-cabeça: ¿Qué pasa contigo?.
Em grego, o ponto e vírgula é usado como ponto de interrogação.
Em árabe e as línguas que usam o alfabeto árabe e foram influenciados pela língua árabe, como persa e urdu , que são escritos da direita para a esquerda, o ponto de interrogação é espelhado da direita para a esquerda.
Na Armênia o ponto de interrogação toma a forma de um círculo aberto. 

O ponto de interrogação é utilizado na escrita moderna em chinês , coreano e japonês, embora não seja estritamente necessário, em japonês.
Em informática, xadrez e matemática também empregado este símbolo da interrogação.

Quem o inventou de fato é muito relativo, mais aqui vai uma sugestão bem humorada:
“Discreto inventou as reticências; o fofoqueiro inventou as aspas; o cético inventou a interrogação; o complicado inventou o trema; o escandaloso inventou a exclamação; a mosca inventou a cedilha; e o sem-assunto inventou o ponto final”.

PONTO DE IRONIA e outras pontuações inusitadas


A MARCA DE IRONIA ou o PONTO DE IRONIA (francês : point d'ironie) é um sinal de pontuação proposto pelo francês poeta Alcanter de Brahm (aliás Marcel Bernhardt ) no final do século 19 usado para indicar que uma frase deve ser entendida em um segundo nível (por exemplo, sarcasmo, ironia, etc.) O símbolo é ilustrado por um ponto de interrogação virado para trás.
Foi, por sua vez tomado por Hervé Bazin, em seu livro L'Oiseau Plumons ("Arrancam o pássaro", 1966), no qual o autor propõe “vários outros sinais de pontuação inovadores/inusitados”, como: 

– ponto de "ironia"
– ponto de "dúvida"
• – ponto de "certeza"
• – ponto de "aclamação"
• – ponto de "autoridade"
• – ponto de "indignação"
• – ponto de "amor"


*** O percontativus punctus, ou Ponto de Interrogação Retórica, também conhecido como ironicon foi inventado por Henry Denham na década de 1580 e foi usado no final de uma pergunta retórica, porém, seu uso desapareceu no século 17.

*Nosso ZIRALDO propôs também, já há algum tempo, a adoção do ponto de ironia para se evitar qualquer mal-entendido (este lá acima). 

14 fevereiro 2011

MADRUGADONA FOTOGRÁFICA

Aqui o amanhecer, no visualizar do campinense amigo  
ALEXANDRE LEITE
que é excelente fotógrafo!
Com turma de aficionados por fotografia, estavam bem despertos às 4,30 da matina 
e partindo para estas capturas aqui, 
em final de semana deste mês de fevereiro. 

MUITÍSSIMO DISPOSTOS E MATUTINOS ESTES CARAS!!!!!



10 fevereiro 2011

DO QUE UM FOTÓGRAFO É COMPOSTO



"Alguns escolhem a máquina pela robustez e a exibem no pescoço como se atribuísse status, importância, função… e isso bastasse. Quanto maior a objetiva, mais equipada a máquina, com flash, filtros, etc., mais elevado fica o ser, é quase que uma massagem no ego do indivíduo que mal sabe para que serve tanto botão e acessório".

Fotógrafa Mariana Simon, em Do que um fotógrafo é composto
Texto completo em: www.fotografia-dg.com

09 fevereiro 2011

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