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15 novembro 2010
14 novembro 2010
OLHA O PASSARINHO!!



Getty images
Na hora de tirar uma fotografia, as pessoas se posicionam, ensaiam um sorriso e lá vem a frase: “olha o passarinho”! Nenhuma ave na redondeza, mas, de tão acostumados a ouvi-la, ninguém estranha a exclamação. De onde será que vem essa expressão?
Segundo nos explica o professor Ari Riboldi, no seu livro O Bode Expiatório, quando foi inventada a máquina fotográfica, no fim do século XIX, o espaço de tempo para fixar a imagem era mais demorado do que hoje. Na época, as pessoas tinham que ficar minutos olhando fixamente, sem se mexer, para a lente do retratista - como era chamado o fotógrafo.
Para reter por mais tempo a atenção das pessoas, especialmente das crianças, os fotógrafos costumavam colocar uma gaiola com um passarinho em local acima da máquina e dizer a famosa frase.
Dessa época para as fotos de hoje, nas quais a imagem é capturada em milésimos de segundo, restou apenas a frase: olha o passarinho!
http://noticias.terra.com.br/educacao/vocesabia/interna/0,,OI3844017-EI8399,00.html
BOBBY McFERRIN
Muita gente não sabe que Don't Worry Be Happy foi escrita e gravada pelo Bobby McFerrin e não pelo Bob Marley. Talvez a confusão se explique pelo biotipo dos dois artistas e por se tratar de um ritmo reggae.
Na Wiki um pouquinho mais de informação sobre esse talento:
Bobby McFerrin (11/março/1950) é um cantor com forte influência de jazz.
Gravou vários clássicos do Jazz e da música erudita, além de outros gêneros. Fez grande sucesso sua canção "Don't Worry, Be Happy", de 1988, ano em que venceu um Grammy.
Nascido no Reino Unido, mas radicado em Nova Iorque, é filho do renomado barítono Robert McFerrin, o primeiro cantor negro de prestígio na ópera.
McFerrin trabalhou com instrumentistas como Chick Corea, Herbie Hancock, Joe Zawinul, Richard Bona e Yo-Yo Ma.
É muito conhecido por sua enorme extensão vocal de quatro oitavas e por sua habilidade de usar a voz para criar efeitos diversos.
Além das performances ao vivo, McFerrin criou álbuns em que é o único músico, cantando e simulando instrumentos. É também capaz de entoar canto difônico prática muito comum em países asiáticos como Tuva em que o cantor produz intervalos harmônicos e acordes a partir de uma só voz.
Surrupiado do Blog da amiga San:
http://nervosa-san.blogspot.com/2010/11/caras-que-eu-curto_07.html13 novembro 2010
12 novembro 2010
I CHING - O LIVRO DAS MUTAÇÕES
Segundo historiadores antigos, como o chinês Sima Quien, que viveu uns 200 anos antes de Cristo, o I Ching teve 4 autores – e Fu Hsi foi apenas o primeiro deles. Confúcio (Kung Fu Tsé) seria o quarto autor do I Ching. Hoje, a maior parte dos estudiosos coloca em dúvida a existência de Fu Hsi. “Quando atribuem a ele a origem dos hexagramas, os chineses querem dizer, simplesmente, que os símbolos são mais antigos que toda a memória histórica”, escreve o sinólogo alemão Richard Wilhelm, no prefácio de sua tradução do I Ching, publicada na Europa em 1923. [referido como a melhor das traduções]
O significado dos trigramas era relativamente simples: cada um representava, ao mesmo tempo, uma característica da natureza (céu, terra, trovão, água, montanha, vento, fogo e lago) e um traço da psique (criatividade, abrigo, agitação, melancolia, constância, flexibilidade, iluminação, serenidade).
O livro caminhou junto com a história da China. Ajudou a criar religiões orientais, como o Taoísmo, foi a principal fonte de inspiração do pensador chinês Confúcio e serviu como elemento unificador do país durante o século 3 a. C.
Também deixou herança não apenas na matemática ocidental. “O I Ching está mais ligado ao inconsciente que à atitude racional da consciência”, escreveu em 1949 o psicanalista Carl G. Jung, que usava o livro em sessões de análise. Para o físico Niels Bohr, a obra está na raiz da física quântica, um dos principais pilares da ciência atual.
Lao Tsé, Leibniz, Einstein, Gandhi - outras “cabecitas” que consultavam este fascinante livrinho.
*** Eu o utilizo com sistema de varetas, usando um velho joguinho infantil colorido chamado pega-varetas. Mas muitos usam o sistema com 3 moedas.
10 novembro 2010
07 novembro 2010
A PRIMEIRA FOTOGRAFIA DE UM SER HUMANO

A primeira foto de uma pessoa foi capturada no Boulevard du Temple, Paris, em 1838. A foto foi tirada por Louis Daguerre, inventor do daguerreótipo, um processo fotográfico que não utiliza negativos.
A imagem mostra, na verdade, uma rua muito movimentada mas, devido ao tempo de exposição de mais de dez minutos, todo o movimento de carruagens e pessoas, não aparece. Somente o homem polindo os sapatos, o engraxate (perto da esquina) e duas pessoas sentadas (mais atrás) ficaram parados o tempo suficiente para terem suas imagens capturadas.
Como todas as imagens obtidas por este processo, a primeira foto de um ser humano é invertida.
Fonte: http://bocaberta.org/






















