"QUANDO O MUNDO SE TORNAR CONFUSO, ME CONCENTRAREI EM FOTOGRAFIAS, QUANDO AS IMAGENS SE TORNAREM INADEQUADAS, ME CONTENTAREI COM O SILÊNCIO." [Ansel Adams / 1902-1984]

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14 novembro 2010

NOVA CÂMERA SLR DIGITAL

Seguidamente me deparo com cenas similares,
de adquirentes de "poderosas câmeras-lentes",
só que não explícitas assim como na tirinha acima.

[são portugueses os autores da mesma]
www.1000imagens.com

12 novembro 2010

I CHING - O LIVRO DAS MUTAÇÕES

[este o meu livrinho, consultado desde 1984]

Com pelo menos 3 mil anos de existência, o I CHING se baseia na idéia de mutação contínua, regida pela soma das forças cósmicas do YIN (a sombra) e do YANG (a luz).

Segundo historiadores antigos, como o chinês Sima Quien, que viveu uns 200 anos antes de Cristo, o I Ching teve 4 autores – e Fu Hsi foi apenas o primeiro deles. Confúcio (Kung Fu Tsé) seria o quarto autor do I Ching. Hoje, a maior parte dos estudiosos coloca em dúvida a existência de Fu Hsi. “Quando atribuem a ele a origem dos hexagramas, os chineses querem dizer, simplesmente, que os símbolos são mais antigos que toda a memória histórica”, escreve o sinólogo alemão Richard Wilhelm, no prefácio de sua tradução do I Ching, publicada na Europa em 1923. [referido como a melhor das traduções]
O significado dos trigramas era relativamente simples: cada um representava, ao mesmo tempo, uma característica da natureza (céu, terra, trovão, água, montanha, vento, fogo e lago) e um traço da psique (criatividade, abrigo, agitação, melancolia, constância, flexibilidade, iluminação, serenidade).
O livro caminhou junto com a história da China. Ajudou a criar religiões orientais, como o Taoísmo, foi a principal fonte de inspiração do pensador chinês Confúcio e serviu como elemento unificador do país durante o século 3 a. C.
Também deixou herança não apenas na matemática ocidental. “O I Ching está mais ligado ao inconsciente que à atitude racional da consciência”, escreveu em 1949 o psicanalista Carl G. Jung, que usava o livro em sessões de análise. Para o físico Niels Bohr, a obra está na raiz da física quântica, um dos principais pilares da ciência atual.

Lao Tsé, Leibniz, Einstein, Gandhi - outras “cabecitas” que consultavam este fascinante livrinho.

*** Eu o utilizo com sistema de varetas, usando um velho joguinho infantil colorido chamado pega-varetas. Mas muitos usam o sistema com 3 moedas.

10 novembro 2010

O CAMINHO DOS NOSSOS DADOS

ORKUT, YOUTUBE, TWITTER, FACEBOOK, FLICKR...
"eles guardam tudo o que você coloca na Web. PARA SEMPRE!

Mais informações na revista Galileu deste mês de novembro,
no artigo Quem Controla Você na Internet?

07 novembro 2010

A PRIMEIRA FOTOGRAFIA DE UM SER HUMANO


A primeira foto de uma pessoa foi capturada no Boulevard du Temple, Paris, em 1838. A foto foi tirada por Louis Daguerre, inventor do daguerreótipo, um processo fotográfico que não utiliza negativos.

A imagem mostra, na verdade, uma rua muito movimentada mas, devido ao tempo de exposição de mais de dez minutos, todo o movimento de carruagens e pessoas, não aparece. Somente o homem polindo os sapatos, o engraxate (perto da esquina) e duas pessoas sentadas (mais atrás) ficaram parados o tempo suficiente para terem suas imagens capturadas.

Como todas as imagens obtidas por este processo, a primeira foto de um ser humano é invertida.

Fonte: http://bocaberta.org/

CARROÇA FLORIDA

João de Barro (di frentis e di costis, em sua morada)


LIVE AND LET DIE (Paul McCartney)



"Live and Let Die" é uma canção de Paul McCartney e do grupo WINGS, composta por Paul e sua esposa Linda para o oitavo filme de James Bond, Live and Let Die. Após seu lançamento em 1973, a música se tornou um grande sucesso, chegando ao segundo lugar nas paradas americanas e o sétimo nas britânicas, e mais tarde foi indicada ao Oscar de melhor canção (perdendo para "The Way We Were").
Após os produtores do filme contratarem o produtor dos Beatles George Martin para a trilha sonora, pediram a ele que chamasse McCartney para compor a música-tema, mas com a intenção de outro artista cantar. Ele concordou, desde que a versão dos créditos fosse dos próprios Wings, e acataram a sugestão. A canção foi gravada durante as sessões do álbum Red Rose Speedway. Durante o filme, outra versão da música é apresentada, cantada por Brenda Arnau enquanto Bond está em um clube, mas esta não aparece no álbum da trilha sonora.

A música também aparece nos filmes Shrek the Third, Grosse Pointe Blank e The In-Laws, bem como em um episódio da série de televisão Life on Mars.
***Tem também aí os curtidores da interpretação do Gun's N' Roses.
E uns 50.000 privilegiados pagantes hoje, 7 novembro, assistindo-o ao vivo em Porto Alegre-RS.

VIVA E DEIXE MORRER

Quando você era jovem
E seu coração era um livro aberto
Você costumava dizer "Viva e deixe viver"
Você sabe que dizia
Você sabe que dizia
Você sabe que dizia
Mas se este mundo sempre em mutação
No qual vivemos
Faz você se render e chorar
Diga "Viva e deixe morrer"
"Viva e deixe morrer"

O que importa para você?
Quando você tem um trabalho a fazer
Você tem que fazê-lo bem.
Você tem que mandar os outros pro inferno
Você costumava dizer "Viva e deixe viver"
Você sabe que dizia
Você sabe que dizia
Você sabe que dizia
Mas se este mundo sempre em mutação
No qual vivemos
Faz você se render e chorar
Diga "Viva e deixe morrer"
"Viva e deixe morrer"

03 novembro 2010

LEITOR DE eBOOKS (ou e-Reader)


Esse ano serão lançados mais de 50 leitores de livros eletrônicos no mercado, mas será que todos realmente tem capacidade de se tornarem o leitor de ebooks preferido do mundo?

KINDLE é o atual campeão e líder do mercado, criado pela Amazon. Com “mais de 450.000 livros disponíveis” para download, além de aceitar audiobooks, pdfs e fornecer acesso a internet grátis em todo território americano (sim, sem pagar nada, mas só para baixar e comprar livros) é a escolha da maioria dos americanos.

Além de possuir um preço acessível, é o que tem a maior acervo de livros com preço de 9,99, para uma média de 25 dólares pelo livro impresso. Ou seja, uma grande vantagem! Você ainda pode fazer anotações, grifar o texto e usá-lo por vários dias sem recarregar a bateria.

A capacidade de armazenagem é de cerca de 3.500 livros.

Infelizmente, todo esse acervo encontra-se em inglês.

Disponível nos modelos:

Kindle US$139

Kindle 3G US$189

Kindle DX US$379

Também expressivos no mercado internacional:

NOOK (da Barnes & Nobles)

SONY digital book reader (da Sony)

iPad (da Apple)

No mercado brasileiro:

iRiver Story e Positivo Alfa (comercializados pelas Livrarias Saraiva e Cultura)

Cool-er (comercializado pela Gato Sabido)

Preços: de R$599,90 (Cool-er) a R$1.099,00 (iRiver)

Títulos disponíveis Brasil:

Livraria Saraiva: cerca de 2.000 títulos nacionais e 160.000 estrangeiros

Livraria Cultura: cerca de 1.000 livros nacionais e 120.000 estrangeiros, além de 20.000 audiobooks internacionais.

Gato Sabido: cerca de 1.600 títulos nacionais e 100.000 estrangeiros

https://www.gatosabido.com.br/submarino/

02 novembro 2010

CARL GUSTAV YUNG



Um psiquiatra-psicólogo, um ocultista herético, um místico, um dissidente das idéias de Freud, um gênio, um sapiente louco. Você decide como conceituá-lo!!! Mas sem dúvida nenhuma esta uma das mais expressivas mentes do século XX.
Para os não iniciados na obra de Yung, ou não afeitos à psicologia, sugiro pelo menos a leitura de MEMÓRIAS, SONHOS E REFLEXÕES. Reunidas e editadas poucos anos antes da morte de Jung, por Aniela Jaffé, sua colaboradora, essas memórias se apresentam como uma autoanálise deste grande pensador da humanidade.

Obras completas em (Editora Vozes):
http://www.universovozes.com.br/editoravozes/web/view/CatalogoColecao.aspx?colecaoID=66

FLORIDAS JABUTICABAS

30 outubro 2010

NE ME QUITE PASS (com Maysa)



Bem badalada de momento a interpretação aí da cantora/compositora Maria Gadú, mas eu fico, entre as brasileiras, com a da Maysa.

Ne me quitte pas é uma canção francófona, composta, escrita e cantada por Jacques Brel, publicada em 1959 pela Warner-Chappell. Foi escrita em decorrer da separação de Brel e de Suzanne Gabriello e interpretada por muitos outros artistas em francês ou versão em outros idiomas.

Segundo Brel, a música não é sobre o amor, mas sobre a covardia dos homens.

* A primeira versão de Brel data de 11 de setembro de 1959, como parte do álbum La Valse à mille temps.

* Em 1961, é produzida a primeira versão (em flamengo/holandês), intitulada Laat me niet alleen.

* Treze anos após a versão original, em 20 de junho de 1972, Jacques Brel lança uma nova versão para o álbum que leva o mesmo nome, Ne Me Quitte Pas.

Ne me quitte pas foi interpretada na versão orginal em francês por Simone Langlois, seguida de Nina Simone, Sylvie Vartan, Serge Lama, Nana Mouskouri (no álbum Hommages de 1997), Yuri Buenaventura (versão salsa, em 1999), Estrella Morente e por Brian Molko, vocalista da banda Placebo (em 2010). A interpretação de Simone Langlois (1959) foi possivelmente a primeira gravação: Brel teria dado a ela prioridade em gravar a primeira versão.

Dentre os artistas brasileiros que gravaram a música, além de Maysa, podem-se destacar: Ângela Ro Ro, Roberta Miranda, Alcione, Sônia Andrade e mais recentemente, em 2009, por Maria Gadú.

outras versões de Ne Me Quitte Pas nos mais diversos idiomas, algumas memoráveis são os títulos: "If you go away", "Don´t leave me", "Bitte, geh nicht fort", "Non andare via", "Não me Deixes Mais", "Se Você Partir", "Laat me niet alleen", "Al tilchi mikan", "Ne ovstavljaj me", "No me dejes", "No em deixis mai", dentre outras.

A versão em inglês foi feita por Rod McKuen e intitulada de If you go away. Essa versão foi interpretada por Terry Jacks, David Bowie, Scott Walker, Shirley Horn, Alex Harvey, Jack Lukeman, Julio Iglesias, Marc Almond, Momus, Neil Diamond, The Paper Chase, Frank Sinatra, Dusty Springfield, The Dresden Dolls e Cindy Lauper.

No Brasil, há duas versões para o Português:

. Uma versão gravada pelo cantor Altemar Dutra: "Se Você Partir", versão para o português de Romeo Nunes, gravada no álbum - "Altemar Dutra" – 1979.

. A outra versão foi feita por Fausto Nilo e gravada como "Não me deixes Mais" por Raimundo Fagner, faixa 7 do CD "O Quinze" – 1989.

Fonte: Wikipedia

24 outubro 2010

A INFÂNCIA, A JUVENTUDE E A VELHICE

PAOLO MANTEGAZZA (1831 — 1910) foi um médico (neurologista e fisiologista), psicólogo, antropólogo, escritor de ficção e senador italiano, consagrado farmacologicamente por ter isolado/extraído a cocaína da coca; que utilizou em experimentos, investigando seus efeitos anestésicos em humanos.

Foi fundador do Museo Nazionale di Antropologia e Etnologia, hoje secção do Museo di Storia Naturale de Florença.

Seus muitos livros escritos, hoje praticamente só encontráveis em “sebos”. Mas, sim, houveram várias traduções para o português (especialmente por editoras de Portugal). Encontrei alguns destes em:

Traça Livraria e Sebo (de Porto Alegre-RS)

http://www.traca.com.br

Em reedições mais recentes, encontrei apenas:

- The Year 3.000: a dream

- Physiology of Love

- Elogio della Vecchiaia

http://www.amazon.com

VIRADAS EXISTENCIAIS


Nesta vidinha, não muito incomum as “viradas”, né??
De dominante a dominado.
De rico a pobre.
De vitorioso a derrotado.
De livre a aprisionado.
De plenamente vital a limitado fisicamente.
De com companhia a sozinho.
De com emprego a sem emprego.
De feliz-alegre a triste.
De em paz a extremamente conflitado-conturbado.
C’EST LA VIE!!!! NEM SEMPRE DE ROSAS.
BEM ASSIMILÁ-LA, APRENDENDO SEMPRE,
OPORTUNO - ou FUNDAMENTAL!!!

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