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09 maio 2010
CAPOEIRITA FLORIDA
Esta aquela fotinho elogiada até pelo grande Dico Kremer,
"top prô" da fotografia curitibana,
que aqui muito me gratificou-envaideceu.
BLOW-UP, "o filme" (o culpado de minha tara-paixão fotográfica)
BLOW UP – Depois Daquele Beijo
(Michelangelo Antonioni, 1966)
Amílcar Figueiredo
http://multiplot.wordpress.com/2008/06/13/blow-up-depois-daquele-beijo-michelangelo-antonioni-1966/
“Algumas vezes, a realidade é a mais estranha de todas as fantasias”, afirma o narrador do teaser de Depois Daquele Beijo (Blowup), o primeiro filme do diretor italiano Michelangelo Antonioni em inglês. Filmado e ambientado na “Swinging London” da década de 60, Blowup vai muito além da dicotomia verossimilhança/fantasia: coloca em xeque o processo de apreensão da realidade que é a imagem – a fotografia e o próprio cinema, em última instância – e subverte a tradicional noção de passividade do espectador frente ao trabalho do artista. O filme, um dos mais analisados em toda a história do cinema, não oferece respostas ou conclusões óbvias para sua trama enganosamente simples, nem requer que seu público o faça – é na dinâmica da vida e seu retrato por meio de imagens que se encontra o seu verdadeiro cerne.
Blowup conta a estória de Thomas (David Hemmings, memorável), um fotógrafo de moda entediado com o vazio de sua profissão. Amoral, arrogante, insensível e obcecado por seu trabalho, Thomas tem um senso estético extraordinário que, a despeito de ser fundamental em seu ofício, não lhe preenche. A vida passa por Thomas – como os merrymakers do início, mímicos de simbolismo crucial para a apreensão das intenções de Antonioni – em verdadeiros espasmos, surtos de cor e movimento (que podem ser prosaicos como a hélice de um navio, à venda em um antiquário) captados com precisão por sua câmera, mas não lhe toca. Esta insensibilidade para o significado das imagens é posta à prova quando, após ser fotografada, de forma não-consensual, aos beijos com um homem num parque, Jane (Vanessa Redgrave), já sozinha, insiste para que ele lhe dê o filme e não é atendida.
A imagem, ao contrário das pessoas que ele descarta tão facilmente, é a grande paixão de Thomas, seu pathos. Mas a desimportância que ele atribui àquele episódio aparentemente casual, ignorando o pedido de Jane para que não revelasse as fotos, demonstra quão desprovida de conteúdo é sua estrutura interior. Thomas inconscientemente busca por significados no transcorrer de toda a projeção e eles surgem a partir da descoberta de um possível assassinato no parque, quando o negativo do filme é revelado e uma das fotografias é sucessivamente ampliada (de onde vem o título original do filme – to blow up). Uma imagem isolada é destituída de significado; o conjunto formado por várias delas, formando uma seqüência lógica, adquire a relevância que o artista tanto procura.
A quem pertence a imagem? Àquele que é retratado ou à pessoa que a vê? Thomas tenta encontrar os significados ocultos de suas fotos tendo como referência a identificação da expressão apreensiva de Jane em uma delas. Numa seqüência visualmente espetacular – e arrepiante, com pouquíssimos cortes e sem som – a perspectiva do outro finalmente se torna relevante para ele, passível de vir a ser um ponto de partida. As imagens não existem mais para exclusivo deleite de Thomas, elas passam ter importância em razão de seu significado intrínseco.
Antonioni vê muito de si próprio em Thomas. Seu alter ego é retratado sem concessões: materialista, fútil, sexista e moralmente repreensível. Mas o extraordinário gosto do diretor pela beleza se revela nos enquadramentos magníficos, nos movimentos secos, porém precisos, da câmera, na seqüência em que ele, o Antonioni mestre na arte do cinema, fotografa Thomas fotografando Veruschka – dois fotógrafos em um só, ambos em contínua busca pelo enquadramento perfeito e apaixonados por seu ofício. As reais intenções de Antonioni, no entanto, são muito mais profundas, pois a crítica que ele faz a seu protagonista e a si mesmo é ampliada – em outro blow up, desta vez sociológico e moral – para a própria sociedade em que vivemos. De Thomas para Londres, e de Londres para o mundo. Em Blowup, as pessoas são retratadas estáticas e alheias aos significados das coisas, como são as modelos e os espectadores, rígidos como manequins, do show dos Yardbirds (Jimmy Page e Jeff Beck ao palco). Antonioni clama para que nós rejeitemos nossa própria inércia ideológica, que deixemos de adotar uma postura passiva no filme e em nossas próprias vidas.
Esse é, finalmente, o aspecto nodal da estética de Blowup. Toda obra de arte tem seu ponto crucial, o momento em que as verdades de seu criador são postas à prova, sujeitas ao exame de seus destinatários. Esse é um momento cujo risco é proporcional às ambições do artista, e no caso de Blowup, elas não poderiam ser maiores. Ao final, a partir da extrema relativização da importância do assassinato no filme, Antonioni subverte as noções de autoria e significação das imagens de uma maneira tal que entrega seu próprio filme ao espectador. Não há mais Blowup, de Michelangelo Antonioni, mas sim um filme cuja essência, beleza e significado estão nos olhos de quem o vê – e que corre o risco de se extinguir se esse processo não for continuamente renovado, tal qual se extingue, de uma forma maravilhosamente lírica, a imagem do próprio Thomas no último plano do filme.
Preste atenção: na interação entre os mímicos e Thomas, no início e ao final de Blowup. Num primeiro momento o fotógrafo se diverte e aprecia o trabalho dos mímicos, mas passa ao largo de sua verdadeira arte; ao final, após uma experiência extenuante (que dura pouco mais de dois dias no filme) ele não só se comove com uma partida de tênis com bolas invisíveis – ele as ouve e as vê. A magia do cinema, de ter contato com uma realidade que se sabe ser artificial, mas que toca nossos corações ainda assim, é retratada em Blowup em todo o seu esplendor.
Porque não perder: pelo processo de desnudamento do diretor atrás das câmeras, o que se reflete em seu avatar, Thomas; pelos belos planos e contraplanos, esteticamente arrojados (cortesia de Carlo di Palma); por ser um excepcional exemplo de um filme que nos conta sobre o ofício de fazer filmes.
KITSCH???
Poderia até asssim se conceituar artisticamente, né?
Ou mero gosto popular.
Enfim, se agrada assim, valendo!!!
Quem disse que o "clean decorar" é o mais adequado-correto???
BLUE ROMÃ
Tinha feito anteriormente uma série de fotos desta fruta com ela cortada ao meio, à faca.
Uma amiga me sugeriu pegar uma bem madura
e abri-la com as mãos, para destacá-la interiormente.
Então, fui a este testar.
E deu realmente melhor resultado que o anterior.
Valeu a dica!!!!!!!
08 maio 2010
BREGUIS JARDIM!
Achou brega-cafona-tosco o gosto da dona do jardim???
Então venha aqui discutir conceitos estéticos com a mesma.
he,he,he,he,he,he,he.......
UM VISITANTE REPTILIANO!!
Em visita a amigos nesta manhã, na saída, decorreu este cenário aqui na casa de vizinho destes - um visitante lagarto que estava instalado em canil abandonado. Como somos digamos assim civilizados,
tratamos o bichito e largamos de volta na natureza após estes registros aqui.
tratamos o bichito e largamos de volta na natureza após estes registros aqui.
Mas, sim, muitos matam e até comem esta espécie por aqui.
Alguns até se assustam ao vê-los, né???
Mas bem cumprem aí suas funções no contexto da natureza.
NOSTALGIA EM P&B
Nos idos de 1.974, no campus da UFSM, em Santa Maria-RS fazíamos estas fotinhos aqui em momentos de convívio com turma de jornalismo. Isto em intervalo de aulinha da disciplina de Fotografia.
Bons tempos dos cabelos longos, calça boca de sino, muito bom rock, cursar de 2 faculdades e muita curtição-alegria.
Hoje, quando envelheço mais um aninho, aqui recordando estes bons tempos, registrados em P&B, mas armazenados a cores na mente.
Quem era eu, na época?? Você descobre aí!!!!!!
Aonde estarão hoje estes jornalistas, não sei. Mas bem que gostaria de encontrá-los e bater um bom papo relembrando esta época.
P.S.: Apesar da maioria aí já fotografar em 35 mm, esta coleguinha tinha esta invejada Rolleiflex, em que obtinha excelentes resultados.
Quem era eu, na época?? Você descobre aí!!!!!!
Aonde estarão hoje estes jornalistas, não sei. Mas bem que gostaria de encontrá-los e bater um bom papo relembrando esta época.
P.S.: Apesar da maioria aí já fotografar em 35 mm, esta coleguinha tinha esta invejada Rolleiflex, em que obtinha excelentes resultados.
07 maio 2010
UM ETERNO COPIAR!
fotodahora.com.br
"Os olhos são as janelas da alma" é expressão muito usada na literatura, mormente por poetas, para expressar um pensamento: é pelos olhos de uma pessoa que lhe conhecemos o íntimo.
Machado de Assis mudou muito pouco sua construção; dizia que “os olhos são o espelho da alma”.
É uma frase de Alphonse Karr, escritor francês muito popular no século passado. No original : “les yeux sont les fenêtres de l’âme”.
José de Alencar foi um dos divulgadores no Brasil, bem antes de Machado de Assis. Citou-a na crônica Ao correr da pena, em maio de 1855, na qual diz : “Ora, há muitas almas que têm a felicidade de poderem de manhã abrir suas janelas de par em par, e se debruçar nelas para espreitarem o que se passa adiante do nariz.”
Mas a frase não é original. Ela é mera repetição de um pensamento que se encontra no Evangelho de São Mateus , capítulo VI, versículo 22 : “ Teu olho é a lucerna do teu corpo.”
http://melinaresende.multiply.com/journal/item/36/Sobre_a_fotografia
ON PHOTOGRAPHY, um marcante livro de fotografia
"A realidade, como tal, é redefinida pela fotografia", escreve ela ao discutir as relações entre os acontecimentos e as imagens produzidas a partir deles. Sontag mostra como as noções de fato e representação se embaralham nas sociedades industriais e consumistas, onde "tudo existe para terminar numa foto".
SUSAN SONTAG nasceu em Nova York em 1933 e morreu em 2004. Cursou filosofia na Universidade de Chicago e pós-graduou-se em Harvard. Seus livros foram traduzidos para mais de trinta línguas. Além de ensaios, escreveu também romances e dirigiu cinema e teatro.
[após sua morte, seu filho publicou um de seus diários e publicará mais dois – mas estes só de interesse aos leitores deste gênero ]
A ressaltar ainda com o tema Fotografia seu livro: “DIANTE DA DOR DOS OUTROS”, uma profunda reflexão sobre as relações entre notícia, arte e compreensão na representação dos horrores da guerra, da dor e da catástrofe. Discutindo os argumentos sobre como essas imagens podem inspirar discórdia, fomentar a violência ou criar apatia.
DOIDEIRAS COM CÂMERAS-LENTES
Quantas vezes você já jogou coisas fora porque quebraram ou perderam a utilidade? Da próxima vez que for se desfazer de algo, pense se não pode fazer as vezes de um outro objeto, com muita classe e criatividade.
O site Photojojo deu uma ideia incrível: transformar lentes de câmeras fotográficas profissionais quebradas, ou até a peça inteira, em vasos.
Se quiser fazer um desse aí na sua casa, a dica é usar plantas pequenas, como suculentas, ou até mesmo temperos para utilizar na sua cozinha.
[Revista Casa e Jardim Online]
P.S.: Mas preferencialmente me envie aí estas câmeras/lentes detonadas, cairiam bem em meu pequenino museu de equipamentos fotográficos.
P.S.: Mas preferencialmente me envie aí estas câmeras/lentes detonadas, cairiam bem em meu pequenino museu de equipamentos fotográficos.
Fotos: Kelly Jensen e Dr Cullen
06 maio 2010
Mr. SPOCK, FOTÓGRAFO
“Mr. Spock”, LEONARD NIMOY, mostra uma de suas facetas não muito conhecida – a de fotógrafo. Quase beirando os 80 anos(79) e se saindo muito bem em fotos de nudez feminina sob diversos parâmetros. O resultado é belo e instigante. Em seu site oficial, você pode conferir o trabalho dele: http://www.leonardnimoyphotography.com/
Leonard Nimoy não só atua e fotografa, também é diretor, poeta e músico.
http://www.saberebomdemais.com/a-fotografia-de-leonard-nimoy/
MINI CÂMERA DIGITAL 2
Muito linda a nova máquina fotográfica da Minox, que parece uma antiga câmera vintage, mas é na verdade uma moderna câmera digital.
A Minox DCC 5.1 é uma réplica, em escala reduzida, de uma câmera rangefinder 35mm dos anos 50. Tem tela LCD de 2”, sensor 5 megapixel, gravação de vídeo em AVI, bateria recarregável e entrada para cartão de memória SD.
Vem também com acessórios como bolsa de couro, teleconverter e wide-angle converter, além de um enorme flash vintage. E acondicionada numa elegante caixa de madeira.
Custa €229.
http://digitaldrops.com.br/drops/category/cameras
MINOX 1950s-style DCC 5.1
SUPORTE/TRIPÉ PARA NOTEBOOK, PARTITURAS, LIVROS, ETC.
O suporte para notebooks com tripé da Thanko é uma maneira bem curiosa de trabalhar fora do escritório, desde que você não se incomode em ficar em pé, é claro.
O suporte é uma placa de alumínio comum que fica presa a um tripé fotográfico. Além do notebook, também serve para partituras e livros, entre outros usos. Vem com tiras de velcro, para manter seu notebook seguro e evitar acidentes.
Seu preço é o equivalente a US$ 21 no Japão, mas o tripé deve ser comprado separadamente.
http://digitaldrops.com.br/drops/category/acessorios
"THANKO NOTEBOOK TRIPOD STAND"
MINI CÂMERA DIGITAL 1
Muito bonitinha esta mini câmera digital com apenas 4,3cm x 2,8cm.
Tira fotos JPEG com 2048 x 1536 pixel e grava vídeos AVI
com resolução de 1280 x 960 pixel e 29 fps.
A micro câmera tem lente Pinhole, bateria recarregável Li-ion
e aceita Micro SD/SDHC Card/TF Card.
Precinho de somente US$51.
http://digitaldrops.com.br/drops/category/cameras
"MINI THUMB SIZE SPY DIGITAL DC DV"
05 maio 2010
DÚVIDAS CRUÉIS!
Com a recomendação do ministro da saúde, que está indicando fazer sexo 5 vezes por semana para se manter saudável, surgiram algumas dúvidas:
- Os Planos de Saúde irão cobrir esse tipo de tratamento?
- Posso abater gastos com motel, bordel e sex-shop do meu imposto de renda?
- Posso justificar faltas no trabalho com recibo de motel alegando que estava me tratando?
- Será preciso receita médica para comprar filme pornô?
- Monogamia não coloca a saúde em risco?
- Masturbação é automedicação?
- Suruba é saúde coletiva?
- Swing não é mudança de tratamento?
- Voyeurismo não é tratamento assistido?
- Travesti é medicamento genérico?
- Obsessão sexual não é hipocondria?
- Posso considerar poligamia como um tipo de tratamento médico?
- Doença venérea é um tipo de efeito colateral?
- Fazer uma "DP" ou "ménage à trois" significa superdosagem?
- Boneca inflável é placebo?
- Vibrador elétrico é um equipamento usado para tratamento de choque?
- Posso ser processado por prática ilegal da medicina se eu convidar uma mulher para um "programinha"?
- Stripers podem ser consideradas profissionais da saúde?
- SUS significa Saúde Urge Sexo?
- A expressão "Gozar de boa saúde" significa isso que estou pensando?
- Bordéis precisam ter um médico de plantão?
- O que meu dentista quis dizer quando recomendou manter em dia minha saúde oral?
- Políticos não deveriam ter saúde de ferro por viverem fu... o povo?
[recebido por e-mail da amiga-colega Bia]
Annie Leibovitz, "pra alegrar a galera feminina"!
Kaká, Alexandre Pato, além de outros jogadores de futebol de outras nacionalidades, posaram para um ensaio para a revista “Vanity Fair”, que será lançada em junho. Os cliques foram realizados pela fotógrafa Annie Leibovitz.
Na foto, Pato, Muntari, do Gana, Donovan, dos Estados Unidos, e Eto'o, do Camarões, aparecem somente de cueca. Já Kaká está de calça jeans.
QUEM Online - Globo.com
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Anna-Lou (Annie) Leibovitz (Westport, Connecticut, 2 de outubro de 1949) é uma fotógrafa que se notabilizou por realizar retratos, e cuja marca é a colaboração íntima entre a retratista e seu retratado.
Publicou seis livros de fotografias: Photographs, Photographs 1970-1990, American Olympians, Women, American Music e A Photographer’s Life 1990-2005.
Assumiu relação “amorosa” com a escritora Susan Sontag, de quem esteve sempre próxima nos últimos anos de vida.
Desde o ano passado “bem enroladona” com dívidas enormes.
CIRO 35, "a câmera"!
A Ciro 35 é uma câmera com lente fixa, telêmetro e obturador feita pela Graflex na década de 1950. Esta câmara começou com a Cee-ay 35 fabricada pela Camera Corp of America. O design da câmera e os instrumentos foram comprados pela empresa Ciro Camera e renomeada para Ciro 35 por volta de 1949. Produziu-se três variações desta câmera, com lentes f/4.5, f/3.5 e f/2.8 nas cores cinza e preto. Quando a Graflex comprou a empresa Ciro, ela continuou a fabricar a Ciro 35, enquanto modificava o design para produzir também a Grahic 35.
http://pheugo.com/cameras/index.php?page=ciro35
[bem lembrado-comunicado pelo amigo Idal Gass]
04 maio 2010
CAVEIRAS EXISTENCIAIS
Tenho um amigo cujo apelido é CAVEIRA.
Dizia-lhe eu que isto até oportuno-preparatório para quando assim se tornar.
Em verdade passaremos a este estado,
como já decorrido anteriormente e seguido em outras vidas.
E há até muitas belas caveiras!!!
Aqui abaixo uma destas.
GRANDE CHAMADA DA SAN!!!
Para quem curte as fotos do Doc, mais um papo gaúcho de colônia, com sotaque São José do Ouro legítimo, a pedida é Photusfactus. Eu não perguntei mas, penso que o nome é uma elucubração mental do Doc em cima dos seus próprios 'fosfatus', que existem em grande quantidade, mais um tributo à saudosa era da revista Fatos & Fotos, do tempo em que Yeda Maria Vargas, gaucha esplendorosa, foi Miss Universo, e mais uma jogada de Latim, haja vista que o nosso Doc é cientista e causídico, o que o torna duplamente íntimo da última flor do Lácio inculta e bela. E olha que ele curte ser íntimo de flor, meu. Ele é um verdadeiro fleuryeur, se não conhecia o termo, aí está. Mas don't take my word for it, vá lá e confira. Parabéns, Doc. Mais uma vez repito o dito vulcano para seu blog: live long and prosper!
http://nervosa-san.blogspot.com
http://nervosa-san.blogspot.com
OBRIGADÃO AÍ PELA FORÇA, AMIGONA!
01 maio 2010
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